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Novo programa de Astrid Fontenelle vai entrevistar mulheres mais velhas

Entre entrevistadas de "Admiráveis Conselheiras" estão escritora Conceição Evaristo e a jornalista Marília Gabriela

09/09/2024
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Aos 63 anos, Astrid segue em ponto de ebulição — e reinvenção. Foto: Marcus Steinmeyer

50emais

Aos 63 anos, a apresentadora Astrid Fontenelle se lança num novo projeto profissional – Mulheres Admiráveis – um programa de entrevistas somente  com mulheres que passaram dos 60 anos, que o GNT levará ao ar a partir do próximo dia 27, às 22:15.

Serão 10 entrevistas. A lista inclui nomes como Luislinda Valois, a primeira juíza negra do Brasil, a atriz Zezé Motta, a autora Maria Adelaide Amaral e a jornalista Marília Gabriela, e a escritora Conceição Evaristo.

A conversa com estas mulheres que se destacaram em sua área profissional, segundo Astrid, foi revigorante:

“Quando vi a Maria Adelaide, aos 82 anos, com a mesa cheia de projetos em produção, aquilo me deu um gás para ir em frente”, contou ela.

Leia o artigo de Eduardo Vanini, publicado por O Globo, com todos os detalhes desse novo programa:

Aos 10 anos de idade, Astrid Fontenelle morava na Rua Miguel Couto, no Centro do Rio. Bem perto dali, na Pequena África, onde os primeiros africanos escravizados chegaram à cidade, ficava a casa de uma de suas amigas da escola. Ela morria de curiosidade de conhecer o bairro vizinho, mas os adultos da família não permitiam.

Diante das negativas, pensava ser um lugar perigoso, até entender, mais velha, que eles agiam assim “porque, na verdade, carregavam todos os preconceitos em relação aos negros no Brasil”.

Mais de 50 anos depois, a apresentadora finalmente caminhou por aquelas ruas. E fez isso em ótima companhia: com a escritora Conceição Evaristo, uma das entrevistadas de seu novo programa, “Admiráveis conselheiras”, que estreia no próximo dia 27, no canal GNT.

Astrid dá mais detalhes sobre o programa no terceiro episódio do “#ELAPod”, podcast da Revista ELA que foi ao ar neste domingo(8) pelo canal do jornal O GLOBO no YouTube. A apresentadora visitou dez mulheres com mais de 60 anos, em busca de conselhos e aprendizados. A lista inclui nomes como Luislinda Valois, a primeira juíza negra do Brasil, a atriz Zezé Motta, a autora Maria Adelaide Amaral e a jornalista Marília Gabriela. Convidadas com quem as trocas, ela diz, foram revigorantes: “Quando vi a Maria Adelaide, aos 82 anos, com a mesa cheia de projetos em produção, aquilo me deu um gás para ir em frente”.

Aos 63 anos, Astrid segue em ponto de ebulição — e reinvenção. Além de mostrar que nunca é tarde para retomar algo não realizado no passado, como fez no passeio com Conceição Evaristo, a nova empreitada serviu para deixar ainda mais remota qualquer possibilidade de aposentadoria, após a saída do “Saia justa”, também no GNT.

“Quem não ficaria chateado ao ser desligado de um trabalho depois 11 anos?”, desabafa, sem esconder o baque sentido ao ser comunicada sobre a decisão, no ano passado. “Mas, ao mesmo tempo, disseram: ‘Queremos que você desenvolva um programa’. Não tive opção a não ser trabalhar essas emoções separadamente.”

Arrumou as malas e se mandou, no fim do ano, para Morro de São Paulo, na Bahia, onde passou 42 dias sem atender ao telefone. Queria evitar fofocas e especulações sobre a carreira. Também precisava de um tempo para si, enquanto gestava o novo projeto.

Chegou, então, ao formato que, embora seja semelhante ao celebrado podcast americano “Wiser than me” (“Mais sábias do que eu”, em tradução livre), em que a atriz Julia Louis-Dreyfus entrevista mulheres mais velhas, Astrid afirma nunca tê-lo ouvido. “Essa pauta já me pertence há um tempo. Tem a ver com a minha trajetória.”

Os caminhos percorridos pela apresentadora até aqui convergem para desabafos emocionantes no novo programa, marcados pelo tom de cumplicidade. Na gravação com Zezé Motta, na casa da atriz, no Rio, acompanhada pela Revista ELA em junho deste ano, a apresentadora arrancou confidências sobre sexualidade e relacionamento aos 80 anos. “A mulher sente desejo enquanto está viva”, lhe disse Zezé, que comentou com a reportagem como ficou à vontade: “Gosto da forma como ela conduz (as entrevistas). É espontânea, autêntica, bem-humorada e leve”.

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A mesma sensação é compartilhada por Maria Adelaide Amaral. “Ela tem um espírito ‘forever young’, do qual me sinto próxima. Não sou uma velhinha deprimida, sou uma velhinha jovial”, brinca a autora. “Nem percebi as câmeras ligadas. O papo foi muito fácil. Apesar da diferença de idade, ela poderia ser uma amiga que vem à minha casa todos os dias.”

Radicada em São Paulo, Astrid atribui às raízes cariocas o jeito despojado de entrevistar, sucesso também no quadro “Chegadas e partidas”, que volta em nova temporada no “Fantástico”, da TV Globo, até o fim do ano. Nascida no Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio, ela cresceu em meio ao famoso papo de vizinhos nas calçadas.

A mãe, uma professora, a educou com a ajuda das mulheres da família e era adepta do diálogo franco, inclusive, quanto ao pai ausente. Astrid o conheceu somente aos 15 anos, mas “não deu liga”. Tentou novo contato aos 18, e não rolou novamente. O melhor, então, era desencanar.

“Minha mãe dizia: ‘Astrid, tem gente que não sabe ser. Ele não é mal, mas não sabe ser pai’. Não fiquei com amarras ou mágoa. Apesar de acreditar em Freud, nunca namorei homens mais velhos. Tenho horror”, diz.

A boa relação com a mãe, contudo, não a impediu de vivenciar sozinha um episódio delicado comum a tantas jovens. Foi aos 18 anos, quando fez um aborto de uma gravidez indesejada. “Não tive coragem de contar”, recorda-se.

“Nenhuma mulher tira isso de letra. Aborto é sinal de solidão, desinformação e desespero. É um negócio clandestino, não é uma ONG que trata você com carinho. E ainda extorquem a pessoa que está numa situação de pânico. Ao mesmo tempo, não me arrependo. Foi horrível e, por isso, sou a favor da legalização. Mas saí inteira e vivi a minha vida. E sempre falei em adoção.”

Desejo materializado com a chegada de Gabriel, adotado por ela com 40 dias de vida. Hoje, aos 16 anos, o adolescente tem a mãe como aliada para conversar sobre qualquer assunto. “Quando completou 10 anos, falamos a respeito de masturbação com a ajuda de um livro de ciências”, conta a mãe.

“Agora, sempre que vamos a uma farmácia, pergunto se não quer camisinhas para ‘brincar’ e aprender a usá-las. Também deixo umas esquecidas pela casa. É importante que saiba as responsabilidades dele.”

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Quando o assunto é drogas, o método é o mesmo. Numa recente viagem à Colômbia, Astrid deixou, pela primeira vez, que o rapaz provasse um vinho. “Quis dar um negócio bom para ele não começar por essas desgraças que vendem em festas. Aquela máxima de que o proibido é mais gostoso causa curiosidade e, ao agir assim, posso suprir isso.”

O papo reto, segundo ela, é bom também para que Gabriel saiba das coisas diretamente pela mãe. Afinal, como diz a apresentadora, se tem uma coisa que os adolescentes sabem fazer bem é “dar um Google”. Isso serve para tópicos como a maconha, que Astrid diz já ter sido usuária.

“Fumava meu baseado como um executivo toma sua dose de uísque quando chega em casa”, recorda-se. “Uns anos atrás, quando me perguntaram há quanto tempo eu fumava, fiz as contas e vi que fazia 30 anos. Achei que era hora de parar.”

O que não significa ter deixado de curtir uma festa animada com os amigos. Sua casa, conta, está sempre cheia deles. Gente como o jornalista Zeca Camargo, ao lado de quem ela desbravou a MTV Brasil, quando o canal entrou no ar, nos anos 1990. “A casa dela é uma fonte de pessoas interessantes. Conheci a Liniker lá”, conta Zeca, observando como a amiga está numa ótima fase, da qual ele, aos 61 anos, compartilha. “Estamos cheios de projetos e com muita vontade de fazer coisas novas.”

Nem que seja “recalcular a rota” de um casamento de 14 anos. Astrid fez isso em janeiro, ao renovar os votos com o marido, Fausto Franco, numa festa para 30 convidados na Bahia. A ideia, segundo ela, surgiu no dia 30 de dezembro do ano passado, quando uma amiga perguntou: “O que vocês projetam para o ano que está chegando?”. A apresentadora, então, quis estabelecer novos compromissos e critérios com o parceiro, que mora em Salvador. “Por exemplo, estávamos ficando até um mês separados e pensava que, daqui a pouco, isso não ia mais dar certo. Por que não diminuir o tempo longe um do outro?”

Nada disso, porém, tem a ver com uma busca por um relacionamento ao estilo “Romeu e Julieta”, algo que não faz a cabeça da apresentadora, para quem o ciúme soa como perda de tempo. “Se está comigo, é porque quer”, sentencia. “O nosso trato é: caso aconteça alguma bobagem, não deixe que eu saiba, até porque sou uma pessoa muito exposta. Agora, caso se apaixone por outra pessoa, aí vamos conversar.”

O acordo, ao que tudo indica, tem possibilitado um relacionamento tão saudável quanto longevo. “Tivemos um período de separação que durou uns dois meses. O que ele fez nesse intervalo, não quero saber. O que eu fiz, ele também não quer saber. Então, está tudo certo.”

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Um estado de espírito que, segundo ela, tem a ver com a maturidade e, por sua vez, reverbera na vida sexual de um modo interessante. “Imaginava o contrário, porque todo mundo dizia que isso morria. Mas fica melhor. O cerne da questão é estar bem, em primeiro lugar, comigo mesma para depois estar bem com o outro. Nessa idade, você tem o domínio do seu prazer, a liberdade de falar o que quer”, diz. “Eu me tornei uma velha sem vergonha!” Uh-la-la.

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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