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Novos lançamentos trazem Nina Simone por inteiro

Por Maya Santana

Americana, ela morreu na França, aos 70 anos de idade. Brigou com a vida o tempo todo

A cantora americana morreu na França, em 2003, aos 70 anos de idade

Só agora chega às lojas do Brasil “To Be Free: The Nina Simone Story”, belo apanhado de gravações de Nina Simone (1933-2003) colhidas em todos os selos pelos quais a cantora passou ao longo de sua carreira desde 1957. Lançada em 2008 nos Estados Unidos, a caixa inclui três CDs, além de um DVD. Os discos de áudio apresentam 51 canções – incluindo seis inéditas – interpretadas por Nina entre 1957 e 1993, seguindo estilos que vão do jazz ao funk e do soul ao folk, sejam em místicas gravações no estúdio ou em suas energéticas versões ao vivo. O jornal Metro selecionou os destaques de cada disco, mostrando o porquê de essa coletânea ser referência para quem quer descobrir o universo de uma das maiores cantoras de todos os tempos.

Para não dizer que tudo são flores, um pecado da versão brasileira: não há tradução para o encarte, que traz comentários faixa a faixa feitas pelo biógrafo de Nina Simone, David Nathan. O mesmo acontece com o documentário apresentado no DVD, apresentado sem legendas. Ainda assim, vale a pena o mergulho.

O CD1  abrange o período de 1957 – que marca a estreia de Nina Simone com o álbum “Little Girl Blue” – até 1968. Destaque para “Mood Indigo”, de Duke Ellington, além de clássicos de seu début, como “My Babe Just Cares For Me” e “I Loves, You Porgy”, seu primeiro hit, que entrou no top 20 da revista “Bilboard”. O início desse período mostra uma cantora um pouco mais suave que a mulher forte que se tornou, mas, ainda assim, muitooriginal para a época. É o momento que ela mostra não só sua bela voz, mas também seus dotes com o piano. Não há como fugir do arrepio em “I Put a Spell on You”:

( veja o artigo completo em metro.com.br )

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