O homem que tentou criar a “mulher perfeita”

Por Maya Santana
Ele adotou duas órfãs e educou-as para ser a mulher que ele considerava perfeita

Ele adotou duas órfãs e educou-as para ser a mulher que ele considerava perfeita

Li esta história no site da BBC Brasil. Achei tão absurda, que resolvi publicá-la aqui no 50emais. Um escritor em busca da mulher com as qualidades que ele reputava como perfeitas se frustra por não encontra-la. Resolve, então, adotar duas adolescentes de 11 e 12 anos para fazer seus experimentos com vistas a forjar a mulher que idealizava.

Leia os detalhes do artigo no site da BBC Brasil:

Este é o sonho de muitos homens: encontrar a esposa ideal. Mas e se, apesar de muito procurar, você não consegue encontrá-la? Foi essa difícil situação que enfrentou o escritor inglês Thomas Day em meados do século 18.  Desde muito jovem, ele sabia o que queria: uma mulher inteligente e educada, mas submissa; fisicamente atraente, mas que desprezasse moda, música e dança.

Ela também tinha que ser forte para cuidar da casa. As exigências afastavam as jovens de sua classe social. “Thomas Day leu a carta de sua noiva na Irlanda com descrença. Margaret Edgeworth lhe tinha dito adeus no ano anterior com toda a expectativa de que eles se casariam no verão ( … ) Agora, Margaret tinha escrito para dizer a ele que queria quebrar o compromisso e Day ficou mortificado”.

Assim descreve em seu livro Como criar a esposa perfeita, a autora Wendy Moore, que deu a vida à história deste caso particular, desenterrando tudo o que pôde para melhor explicar um experimento feito por Day logo depois. Margaret Edgeworth não foi a única a rejeitar Thomas Day. Mas ele não se deu por vencido, como conta Moore à BBC Mundo. “Quando completou 21 anos, recebeu sua fortuna e conquistou a independência. E partiu em busca de uma mulher”.

Day arquitetou um plano bizarro: já que não conseguia encontrar a mulher ideal no mundo real, criaria uma. A saga o levou a um orfanato na fronteira entre a Inglaterra e País de Gales, onde, perdido entre tantas opções, pediu ao amigo que o acompanhava, John Bricknell, que escolhesse uma menina.

“Era uma menina de 12 anos com cabelos e olhos castanhos. Disseram aos funcionários do orfanato que ela trabalharia como empregada doméstica para um outro amigo”, diz Moore. Mas Day não ficou convencido com a escolha e, depois de voltar a Londres, foi à sede principal do orfanato e escolheu uma outra menina, loira e de olhos azuis, com 11 anos de idade. Duas meninas completamente diferentes, de modo que, se uma não fosse qualificada, a outra seria. E logo começou a educá-las. Clique aqui para ler mais.


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