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Para metade do mundo, 2014 será um ano melhor

Por Maya Santana

Um total de 48% dos entrevistados acham que a vida será melhor no novo ano

Um total de 48% dos entrevistados acham que a vida será melhor no novo ano

Veja o resultado curioso desta ampla pesquisa. Aparentemente, o mundo está mais esperançoso, vendo o ano que chega com olhos mais benevolentes. Como se 2014 fosse trazer um grau de satisfação na vida pessoal que 2013 não foi capaz de oferecer. Tomara que os otimistas estejam certos.

Leia o artigo da BBC Brasil:

Quase a metade do mundo acredita que 2014 será melhor do que o ano que termina, pelo que indica uma pesquisa que ouviu mais de 60 mil pessoas em 65 países. Desde 1977, a pesquisa de opinião de fim de ano da Win/Gallup pergunta a pessoas ao redor do mundo se elas estão mais otimistas em relação ao ano que chega.

Neste ano, a consulta revelou que 48% dos entrevistados acham que 2014 será melhor do que 2013; 28% acham que será igual, 20% acham que será pior e 5% não sabem ou preferiram não responder. O número de pessoas com uma visão otimista para o ano que começa tem sido o mais alto desde 1990, o último ano em que mais pessoas previram um ano pior adiante.

Entre os cerca de 2 mil brasileiros entrevistados, o percentual dos que acreditam que o ano de 2014 será melhor do que 2013 é bem mais alto do que a média internacional, 57%, contra 14% que acham que será pior; 24% acham que será igual, 5% não sabem ou preferiram não responder.

A pesquisa Win/Gallup também verificou a percepção de felicidade dos entrevistados, e constatou que 60% destes se sentem “felizes”, contra 12% que se dizem “infelizes”.No Brasil, o percentual de consultados que se dizem felizes sobe a 71%. Os mais felizes, porém, são os habitantes de Fiji, onde 88% se declaram em tal condição.

A população também se mostrou bastante “feliz” em países como Colômbia (86%), Arábia Saudita (80%), Finlândia (78%) e Argentina (78%). Os números mais altos de “infelizes” estão na Tunísia (48%), Territórios Palestinos (43%), Líbano (38%) e França (33%). Clique aqui para ler mais.

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