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‘Party Girl’: nem sempre é fácil aceitar o envelhecimento

Por Maya Santana

A sexagenária hostess de um cabaré cuja função é fazer com que os homens que vão ver os shows das dançarinas sintam-se acolhidos

A sexagenária hostess de um cabaré cuja função é fazer com que os homens que vão ver os shows das dançarinas sintam-se acolhidos

Mais um filme, Party Girl (algo como garota festeira) abordando os dramas da vida depois dos 60 anos. O interessante desse é que se baseia na história real da mãe de um diretores, Samuel Theis, uma sexagenária hostess de um cabaré que, por medo de envelhecer sozinha, aceita se casar com um de seus clientes.

Leia os detalhes do filme neste artigo de Xandra Stefanel, do portal Rede Brasil Atual:

A imagem estereotipada de uma simpática senhora tricotando em uma confortável poltrona passa bem longe de Party Girl, filme francês, em cartaz nos cinemas. O primeiro longa-metragem dos diretores Claire Burger, Marie Amachoukeli e Samuel Theis é uma ficção livremente inspirada na história da mãe de Theis, Angélique Litzenburger, uma hostess de 60 anos que gosta de festa, de homens e de álcool.

Sua função no cabaré onde trabalha é fazer com que os homens que vão ver os shows das dançarinas sintam-se acolhidos e, acima de tudo, incentivá-los a comprar garrafas de champagne. Seu passado de dançarina sensual (“com elegância”, faz questão de salientar) está sempre presente em seus dias que já não trazem o glamour de antigamente. Seu corpo e sua aparência não são mais joviais, mas a maneira com que vive ainda pretende ser.

De natureza irredutível e forte, Angélique parece conviver bem com as escolhas que fez em sua trajetória: apesar da vida noturna, ela teve quatros filhos, entre os quais uma que teve de ser criada por uma família adotiva. O drama começa quando Michel (Joseph Bour), um cliente apaixonado e gentil, decide pedir sua mão em casamento.

Com uma clientela cada vez mais rara e a certeza de que sua festa está no fim, a hostess aceita o pedido e trata de organizar os preparativos para a cerimônia. Assim começam as reuniões e os conflitos de família (todos interpretados pelos filhos reais de Angélique). Antigas feridas começam vir à tona, especialmente no que diz respeito à sua relação com Cynthia, a filha com quem nunca conviveu. Clique aqui para ler mais e ver o trailer do filme.

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