‘Passei dos 62. Quero viver bem, desafiando o calendário, pandemia, viuvez e solidão’

Por Maya Santana

Vânia Nacaxe, 62, tornou-se mochileira depois dos 60 e escreveu o livro “Passaporte Para Vida”

Vãnia Nacaxe, 50emais

Ao começar a pensar sobre envelhecer, imediatamente me veio à memória uma versão compacta de todos os meus aniversários marcantes, datas comemorativas, metas, sonhos…enfim, acabei percebendo que deu trabalho juntar tantos momentos nesse meu processo de envelhecimento.

Quando fiz nove anos, fiquei mocinha. Estava ficando mais velha, como todos diziam. Desde então acompanho o meu envelhecer. Aos 15 anos, não me era permitido mais ser criança. Afinal, eu já estava ingressando no mundo dos adultos e meu sapato boneca estava sendo substituído por um de salto. Sim, estava envelhecendo.

Quando casei e fui chamada de “senhora” com apenas 20 anos, me senti “muito” senhora. Agora, casada, com filho, esse seria meu título perene: “senhora”. O interessante é que me sentia jovem, infantil, de bem com a vida e, ser uma senhora, (pensamentos da época) não combinava em nada com meu perfil.

Então, em uma escapada de momentos, cheguei aos 50 anos. Não era criança, não era jovem, não era velha. Sim, era uma senhora. Uma senhora que curtia a vida adoidado. Driblava os sintomas da menopausa, que gritam que você está envelhecendo! Pois então porque não dançar, sorrir, transar, sorrir mais, continuar sorrindo, cuidar da pele, cuidar dos cabelos. A meta, então, era não ser velha!

História de uma mochileira na maturidade

Em véspera de entrar na terceira idade, virei uma mochileira e desbravei o mundo sozinha, com uma boa dose de coragem, registrando em meu “Passaporte Para Vida” as melhores histórias de uma senhora que nunca seria velha!

Agora, ultrapassei a marca dos 62 anos. Quero viver bem, desafiando o calendário, pandemia, viuvez e solidão. Ah! Esta tal de solidão deve ser sempre a sua melhor companhia.

Então, penso que envelhecer deve ser só o que é finito, o que é temporário. Como as tristezas, decepções e a solidão mal administrada.
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Ter fé, foco, esperança nos leva a manter a velhice do lado de fora de nossas emoções.

Quero ser uma senhora idosa. Nunca uma velha.

Com carinho e jovialidade deixo meu recado:

Sorriam! Beijem! Abracem! Não parem de aprender! Curtam os netos! Ouçam mais e falem menos! Viagem! Se permitam viver sem rótulos, se permitam ser leves, vivam!

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Veja também:

Eu prefiro viajar sozinha. É difícil conciliar interesses quando se viaja em dois ou mais


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1 Comentários

Iracema 22 de setembro de 2021 - 17:22

Tenho 64 quero viver mais e feliz

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