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Primeiro viagra feminino deve sair em dois meses

Por Maya Santana

O declínio do desejo sexual a partir de certa idade ainda é um mistério para os cientistas

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Finalmente, parece que vai sair mesmo a flibanserina, o remédio que ganhou o nome de “viagra feminino”, porque estimula o apetite sexual da mulher. Para as entidades que defendem a aprovação do medicamento, esta quinta-feira foi um dia para festejar. Mas a grande notícia deve vir mesmo é em agosto.

Leia o artigo do Uol:

O comitê de consultas da Food and Drug Administration (FDA, que regulamenta medicamentos e alimentos nos EUA) aprovou nesta quinta-feira (04) a venda da flibanserina, o “viagra feminino”. Por 18 votos a favor e seis contra, a entidade deu um parecer favorável ao remédio, mas pediu para a Sprout Pharmaceutical, que produz o medicamento, criar um plano para reduzir os efeitos colaterais, como a fraqueza e a queda de pressão sanguínea. Para ser comercializada, a flibanserina precisará passar por uma última avaliação da FDA, programada para agosto.

O viagra femlnino dará às mulheres o que os homens têm há muito tempo

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Por duas vezes, a entidade não permitiu que o “viagra feminino” fosse comercializado, enfrentando uma chuva de críticas. Algumas associações que defendem os direitos das mulheres e dos produtores de remédios chegaram a lançar uma petição online na qual acusavam a FDA de discriminação. “[Eles] aprovaram o Viagra e outros 25 medicamentos para ajudar os homens a fazerem sexo e nada para as mulheres. As mulheres esperaram demais. Em 2015, a igualdade de sexos deve ser uma bandeira quando se trata de disfunções sexuais”, escreveram as autoras da petição que já tinha recolhido mais de 40 mil assinaturas.

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A mobilização em torno do viagra feminino é grande. A petição online que já reúne 40 mil assinaturas é de futuras pacientes, grupos feministas e simpatizantes da causa em prol da aprovação da Flibanserina, nome dado ao remédio pelo laboratório Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals, nos Estados Unidos.

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