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Projeto vai punir homem que maltrata mulher só por ela ser mulher: misoginia

Senado aprovou nesta semana projeto de lei que criminaliza a prática da misoginia, tornando o comportamento crime equivalente ao de racismo

26/03/2026
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Autora do PL 896/2023, a senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) posa com cartaz; Brasil é um dos campeões da violência contra a mulher. Foto: Carlos Moura/Agência Senado

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Muitos homens nem sabem o significado da palavra misoginia – “a conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino”- e mostram na prática, sempre violenta, que acreditam na sua própria superioridade..

É um pensamento pobre, preconceituoso,  típico de gente insegura, com sérios problemas para entender o sigficado verdadeiro de masculinidade. Gente que quer se afirmar, tratando a mulher como um ser inferior, para provar a sua autoridade.

Esse tema da violência contra a mulher não sai do noticiário, porque o número de agressões, maus tratos físicos e psicológicos e assassinatos de mulheres só cresce, transformando o Brasil num dos países mais atrasados, quando o assunto é convivência entre homens e mulheres.

Somos um dos países que mais matam mulheres, com um feminicídio a cada 6 horas. A maioria dos casos (7 em cada 10) ocorre dentro de casa.  Casos de violência sexual e estupro cresceram 56,6%, com 56,5% das vítimas sendo crianças e adolescentes (0-17 anos). É uma barbárie. Daí a importância do Projeto de Lei 896/2023, de autoria da senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA),  que torna crime a misoginia.

Leia o artigo de Júlia Braun para a BBC News Brasil:

O Senado aprovou na terça-feira (24/03) um projeto de lei que criminaliza a prática da misoginia e a torna crime equivalente ao de racismo.

O texto, aprovado por unanimidade na Casa, define misoginia como “a conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino”.

Com isso, propõe alterar a Lei do Racismo para tipificar a misoginia como crime de discriminação. As penas relativas ao crime variam de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa.

Pelo texto, estarão sujeitas a essas regras, por exemplo, a injúria ou ofensa à dignidade ou ao decoro em razão de misoginia, e a prática, indução ou incitação à discriminação ou preconceito por razões misóginas, com pena de um a três anos de reclusão, e multa.

O PL 896/2023 é de autoria da senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) e relatado pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS).

O que acontece agora?

Aprovado em outubro do ano passado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, o PL 896 de 2023 foi encaminhado à Câmara no início de março, mas retornou para análise dos senadores.

Após a aprovação na terça, o texto retornará para a Câmara dos Deputados.

Se deferida pelos deputados, a proposta será enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sanção. A lei então entraria em vigor após publicação no Diário Oficial.

Leia também: 8 de Março: um grito contra a naturalização da barbárie

Já em caso de veto de parte ou totalidade do texto pela Presidência, o PL retorna ao Congresso para novas discussões.

Mas se for rejeitado na Câmara, o projeto é arquivado. Por regra, a matéria não pode ser reapresentada na mesma sessão legislativa (no mesmo ano), a menos que haja proposta da maioria absoluta dos membros de qualquer das casas.

Entenda o projeto

Como a proposta equipara a misoginia ao racismo, ela será um delito que não prescreve nem permite fiança.

Quem praticar ou induzir misoginia, segundo o projeto, estará sujeito às mesmas punições dadas no contexto de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade.

Relatora do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, a senadora Soraya Thronicke, do Podemos de Mato Grosso do Sul, afirmou que o texto reforça o enfrentamento a grupos que buscam, especialmente na internet, afirmar a supremacia biológica, física e intelectual dos homens sobre as mulheres.

“Nós brasileiros passamos a acordar e dormir com várias notícias de violência contra mulheres. Nós só ficamos sabendo quando já é tarde demais, porém, a violência começa lá atrás de inúmeras maneiras, e uma delas é a misoginia”, declarou a senadora ao defender a proposta na tribuna.

Leia também: Violência contra a mulher: Como pôr fim a essa verdadeira epidemia?

“Daí a importância deste projeto de lei que irá matar essas atitudes abjetas e desumanas no nascedouro e vai tranquilizar quem não está cometendo misoginia, que está num limbo legal e precisa de uma delimitação.”

A proposta estabelece que a injúria por misoginia terá pena de reclusão de 2 a 5 anos, além de multa. O texto também tipifica a conduta de praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito em razão de misoginia, com pena de 1 a 3 anos de prisão.

No Código Penal, a pena-base para injúria é menor, de detenção de 1 a 6 meses ou multa. Apesar disso, o projeto diz que será sempre considerada a punição mais severa, prevista na Lei do Racismo, para os casos de injúria por misoginia.

Para evitar a punição em dobro, o texto aprovado contém uma emenda que altera o Código Penal para diferenciar a injúria misógina da praticada em contexto de violência doméstica e familiar.

Apesar da unanimidade, o projeto gerou debate entre os parlamentares.

Leia também: “O envelhecimento não bateu à porta; entrou enquanto eu estava ocupada vivendo”

Em plenário, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) defendeu a tipificação da misoginia dentro da legislação penal, mas distante da Lei do Racismo. “Daqui a pouco vão colocar o etarismo na lei. Estou preocupada com os rumos que queremos dar a uma lei tão preciosa. Não sei se o movimento negro participou desse debate”, afirmou.

Durante a discussão do projeto em Plenário, alguns senadores ainda defenderam a inclusão no texto de uma ressalva, já rejeitada nas Comissões de Direitos Humanos e de Constituição e Justiça, que garantia a livre expressão artística científica, jornalística ou religiosa. O plenário, porém, rejeitou o requerimento.

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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