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Receita de como mudar um hábito em pouco mais de dois meses

Por Maya Santana

 A ideia de que podemos ser quem desejamos,  transforma uma vida parada em outra

A ideia de que podemos ser quem desejamos, transforma uma vida parada em outra

Encontrei este ótimo artigo no jornal El País, muito apropriado para se ler nesse inicinho de 2016, porque trata da arte de fazer mudanças em nossas vidas, alterando hábitos que nos prejudicam e que gostaríamos de deixar para trás de vez. Como essa é a época do ano em que a gente faz até lista do que queremos mudar em nós mesmos ou na nossa rotina, aqui está a receita de como chegar lá.

Leia:

Mudar alguns hábitos está ao alcance de todos. Para isso, são necessários dois ingredientes importantes: escolher uma mudança que seja coerente com sua escala de valores e treinar até que se torne um hábito. Pouco além disso.

Nada é “obrigatoriamente” para sempre, sequer o que se escolheu como hobby, profissão ou local de residência. A ideia de que podemos ser quem desejamos, praticar novos esportes, aprender outras culturas, experimentar todas as gastronomias, ter outros círculos de amigos… transforma uma vida parada em outra, rica em oportunidades e variedade.

O cérebro é plástico. As pessoas evoluem, desejamos mudar, crescer interiormente, e estamos capacitados para isso. Ficaram para trás as teorias sobre a morte dos neurônios e os processos cognitivos degenerativos. Hoje sabemos que os neurônios geram novas conexões que permitem aprender até o dia em que morremos. A plasticidade cerebral demonstrou que o cérebro é uma esponja, moldável, e que continuamente vamos reconfigurando nosso mapa cerebral. Foi o que disse William James, um dos pais da psicologia, em 1890, e todos os neuropsicólogos hoje em dia confirmam as mesmas teorias.

O próprio interesse por querer mudar de hábitos, a atitude e a motivação, assim como sair da zona de conforto, convidam o cérebro a uma reorganização constante. Esse processo está presente nas pessoas desde o nascimento até a morte.

Nesta sociedade impaciente, baseada na cultura do “quero tudo já e sem esforço”, mudar de hábitos se tornou um suplício. Não porque seja difícil, mas porque não abrimos espaço suficiente para que se torne um hábito. Não lhe passou pela cabeça alguma vez que, ao começar uma dieta, as primeiras semanas são mais difíceis de do que quando já está praticando há algum tempo? É resultado desse processo. No início seu cérebro lembra o que já está automatizado, o hábito de beliscar, comer doce ou não praticar exercício, até que se “educa” e acaba adquirindo as novas regras e formas de se comportar em relação à comida. Clique aqui para ler mais.

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2 Comentários

Maria José Coelho 1 de janeiro de 2016 - 21:16

Eu pensava que era difícil e impossível de mudar meu hábito mas,com o tempo vi que com disciplina e boa vontade podemos melhorar nosso estilo de ver a vida e que a mudança faz parte do nosso dia a dia. pretendo continuar sendo eu mesmo com uma qualidade devida cada dia melhor.

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MaGrace Simão 1 de janeiro de 2016 - 17:56

Para falar a verdade, como sempre (tem que duvida que isto seja possível, mas afirmo que é sim, possível e quase automático em mim), não tenho motivo para mudar nenhum hábito meu. O que vou acrescentando em mim são valores que posso absorver de acordo com minha necessidade interior. Sou disciplinada, não porque isto seja bom, mas porque minhas circunstâncias de vida exigem. No mais estou satisfeita com a vida que levo e continuo meu processo existencial não por causa do Tempo, mas porque assim espero de mim.

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