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Sardinha: saborosa, barata e faz muito bem à saúde

Por Maya Santana

É rica em vitaminas e seu consumo auxilia na prevenção de doenças do coração

Rica em vitaminas e ômega-3, ajuda na prevenção de doenças cardíacas

Além de ser saborosa e ter um preço baixo, a sardinha consta entre os alimentos mais recomendados, porque, segundo especialistas, é uma “fonte de saúde inestimável”. Se for fresca, melhor ainda. Mas mesmo a sardinha em lata tem seus muitos benefícios.

Leia o artigo de Luciane Evans para o portal Uai:

Se você tivesse que escolher hoje entre dois peixes para um almoço saudável, optaria entre o salmão ou a sardinha? Se a opção for a primeira, está na hora de rever seus conceitos. De acordo com especialistas, a sardinha, sempre alvo de preconceitos por ser de baixíssimo preço, é uma fonte de saúde inestimável. Além de rica em proteína, cálcio e vitamina B12, seu consumo auxilia na prevenção de doenças do coração, e é fundamental para a memória e os ossos. E pasmem: tem mais ômega-3 do que aquele que sempre levou a fama – o salmão.

Com um currículo desses, o pescado ganhou ainda, nos dias de hoje, uma outra função: a prevenção contra a baixa de vitamina D. Essa tal vitamina, que atualmente parece estar em falta em toda a população, está presente em grande quantidade nesse “peixe do povo”. Tanto é que seu consumo é indicação recorrente para os pacientes da diretora do Conselho Regional de Nutrição de Minas Gerais e nutricionista geriatra, Elizabeth Chiari. “Ele é muito rico em nutrientes. A vitamina D auxilia na absorção do cálcio, e a sardinha também é rica em cálcio. O consumo ajuda na prevenção e também no tratamento de quem sofre deficiência da vitamina D”, defende.

Outro ponto forte desse pescado é o tão falado ômega-3. Muita gente pode estranhar, porque é comum pensar que esse nutriente é típico de peixes de águas gélidas e profundas. E como a sardinha, que aprecia temperaturas amenas, seria tão rica em ômega-3? “Pesquisas mostram que a sardinha passa por várias marés de água quente e fria e usa ômega-3 como combustível energético. Ela não é como os outros peixes, que comem algas para obter o omega-3. É provável que, por isso, ela seja tão rica nesse nutriente”, explica a nutricionista e professora do curso de nutrição do Centro Universitário UNA, Cristiane Loreiro, que lembra que, recentemente, esse pescado ganhou o ranking dos peixes saudáveis, dividindo o pódio com o salmão e outros peixes nobres.

Mas qual seria a melhor forma de aproveitar esses benefícios? A primeira delas, de acordo com as duas nutricionistas, é dar preferência à forma in natura do animal. “O ideal seria comer o peixe assado, cozido ou grelhado, mas os enlatados não são os grandes vilões. O grande problema desse tipo de conserva é que há mais sódio e calorias, por isso a forma em lata não deve ser consumida por pessoas que sofrem com pressão alta ou colesterol alto”, explica Elizabeth, exemplificando que, em 100 gramas de sardinha em lata, há 201 calorias. “Assada ou cozida são 150 calorias”, compara. Clique aqui para ler mais.

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2 Comentários

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Rosaria 6 de outubro de 2014 - 21:10

Muito bom!!!

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monica minelli 27 de agosto de 2014 - 03:18

Minha nutricionista SUPER indica. É uma delícia. !! bj

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