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Sexualidade ativa faz parte do envelhecimento saudável

Confira os 10 tipos de preconceitos e dúvidas mais comuns sobre sexo na terceira idade

31/08/2024
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“A manifestação da sexualidade acontece quando a pessoa está plena, seja com carícias, com toques, com abraços. Foto: Reprodução/Internet

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Sexo na maturidade será um assunto cada vez mais discutido, tendo em vista que a população brasileira envelhece rapidamente, ou seja, haverá um número cada vez maior de velhas e velhos na sociedade.

Mesmo assim, se o assunto é tabu até entre os mais jovens, imagina entre as pessoas maduras. Há muito preconceito. É como se homens e mulheres passassem dos 60 anos e nunca mais se ligassem em sexo. O que, sabemos, é uma grande inverdade.

Além disso, especialistas incentivam que pessoas mais velhas mantenham relações sexuais, pois, segundo eles, “sexualidade ativa faz parte do processo de envelhecimento saudável.”

Neste artigo, você vai saber quais são os principais tabus e dúvidas sobre sexo na terceira idade.

Leia o artigo de Fernanda Bassette para o Estadão:

A sexualidade ainda é envolta em tabus, inclusive na terceira idade. Mas ela é um aspecto presente nas diferentes faixas etárias e não se restringe ao ato sexual – envolve a identidade, a orientação da atração sexual, a afetividade, pensamentos e a imaginação. Assim, não importa qual a idade, a sexualidade vai ser sempre parte da vida.

“Se a gente parar para pensar, sexo sempre é um tabu. Parece que ele precisa continuar sendo tabu para continuar sendo interessante e desafiador”, disse a psiquiatra Carmita Abdo, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)

Além disso, manter a sexualidade ativa faz parte do processo de envelhecimento saudável – ao lado de manter o convívio social e ter boa saúde – e isso é diferente de ser sexualmente ativo. “A manifestação da sexualidade acontece quando a pessoa está plena, seja com carícias, com toques, com abraços, e não necessariamente precisa haver relação com coito”, afirmou Leonardo Oliva, geriatra e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Por isso, é importante entender as mudanças que ocorrem com a idade e como se adaptar a elas para seguir ativo também nesse aspecto da vida. Abaixo, listamos algumas das principais dúvidas e preconceitos que rondam o sexo entre pessoas mais velhas.

1 – Diminuição da frequência é normal?

É verdade que os relacionamentos na juventude costumam ser muito mais intensos e frequentes e, com o envelhecimento, isso vai diminuindo.

Estudos realizados no Brasil apontam que a frequência de relações sexuais de um casal jovem, que vive em união estável, por exemplo, é de duas a três vezes por semana. Quando se trata de um casal que está na faixa dos 60 anos, essa frequência passa a ser semanal e entre aqueles com mais de 70 anos a tendência é de uma relação sexual a cada dez dias ou mais.

“Isso não é impressão. São resultados de pesquisas que fizemos com milhares de brasileiros, de diferentes faixas etárias. A diminuição da frequência das relações sexuais com o avanço da idade é uma realidade”, afirmou Carmita, que também é coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo  e integrante do Departamento de Sexologia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

A redução, porém, não significa que a atração terminou ou que o casal se distanciou. Na verdade, ela acontece porque quando envelhecemos sentimos uma necessidade menor de fazer uma série de atividades, entre elas o sexo.

2 – O sexo pode melhorar com o envelhecimento?

Apesar de a maneira como os indivíduos manifestam sua sexualidade mudar com o tempo, não significa que ela deixará de existir, tampouco o interesse sexual, o relacionamento com coito ou qualquer outro tipo de intimidade.

Leia também: Sexo depois dos 50 anos: problemas que eles e elas enfrentam

“A experiência e o tempo de vida podem tornar a sexualidade mais rica e mais significativa, em que as pessoas precisam lidar menos com pressões relacionadas a desempenho e estão muito mais ligadas à qualidade e satisfação mútuas. Isso torna o sexo melhor”, disse Oliva.

Segundo Carmita, o sexo se torna mais satisfatório com o envelhecimento quando o casal cresce e amadurece junto, com os mesmos propósitos. “Se o tempo só serviu para mostrar as diferenças, então esse sexo numa idade mais avançada não será tão agradável como acontece com casais que se desenvolveram numa mesma direção”, afirmou.

3 – É comum haver dor na penetração?

A menopausa pode impactar na libido e em outros aspectos relacionados à manifestação da sexualidade da mulher porque envolve mudanças hormonais significativas, com a queda dos níveis de estrógeno, principal hormônio sexual feminino. Uma disfunção comum é a dispareunia, que é a dor durante a penetração. Isso acontece, em geral, porque com a queda do estrógeno a vagina não lubrifica mais como antes.

Isso pode ser contornado com a terapia de reposição hormonal (que só deve ser feita sob orientação médica) e com alternativas como uso de cremes tópicos à base de estrógeno, lubrificantes e fisioterapia pélvica, uma medida não medicamentosa.

“Se a mulher fizer terapia de reposição hormonal, ela não sentirá mudanças. Caso contrário, o sexo pode se tornar desconfortável. Não significa que o desejo sexual está comprometido, mas a dor acontece porque a mucosa da vagina está atrófica”, explicou Carmita

A queda na produção de estrógeno também afeta a saúde dos músculos e ossos, e pode levar a alterações cognitivas e menor sensibilidade na pele, entre outras mudanças. “Todos esses aspectos interferem na sexualidade. Músculos flácidos, ossos quebradiços, mucosa da vagina ressecada, cognição comprometida, a sensibilidade da pele diminuída”, disse.

4 – Mudança no tempo de ereção

O homem também sofre com mudanças fisiológicas do envelhecimento. A duração e a rigidez da ereção não serão as mesmas de quando ele era mais jovem. Ao ficar mais velho, ele precisará de mais estímulos para conseguir ter a ereção – se na juventude o pênis ficava ereto ao ver alguém interessante, com o envelhecimento será preciso um estímulo tátil.

“O homem mais velho precisa do contato, do movimento de fricção, da estimulação com a mão ou do contato com o corpo da outra pessoa para conseguir ter a ereção”, explicou Carmita.

Além disso, o tempo que o homem vai conseguir sustentar essa ereção pode ser menor, especialmente naqueles que têm alguma comorbidade – como diabetes, hipertensão, algum problema cardíaco ou doenças sistêmicas.

“Isso não significa, entretanto, que o homem terá mais dificuldade em ter prazer ou em manifestar a sexualidade. São necessárias apenas adaptações ao processo do envelhecimento e, se preciso, tratar essas dificuldades”, acrescentou Oliva.

5 – O volume da ejaculação diminui?

Sim. Outro fator que acompanha o envelhecimento masculino é a diminuição do volume ejaculatório, mas isso não significa que haverá mudança na qualidade do orgasmo.

Leia também: Sexo entre idosos “é o grande tabu em nossa sociedade”

“A ejaculação é apenas a liberação de substâncias que incluem os espermatozoides e que vão ajudá-los a fecundar um possível óvulo. Com a idade, esse volume diminui”, disse Oliva.

“Mas isso não tem nenhuma relação com a capacidade do homem de sentir prazer e nem com a qualidade do orgasmo. Ele consegue atingir orgasmo mesmo com menor volume de ejaculação”, explicou o geriatra.

6 – Uso de medicações estimulantes sexuais

Existe uma classe de medicações indicada para casos de homens que sofrem com disfunção erétil, para aumentar a ereção ou deixá-la mais efetiva. São medicamentos seguros, mas é necessário haver indicação médica para usá-los porque não podem ser administrados junto com medicações para problemas cardíacos, por exemplo.

“Essas medicações são muito seguras para aqueles indivíduos que têm dificuldade de conseguir a ereção ou de manter essa ereção pelo tempo que consideram adequado até atingir o orgasmo. O problema surge se elas forem usadas indevidamente, por indivíduos que não têm disfunção erétil. Não há comprovação cientifica nem indicação médica para o uso dessa forma”, alertou Oliva. Por isso, antes de ir à farmácia, procure um médico para receber orientação adequada.

7 – Envelhecimento saudável

Manter a sexualidade ativa faz parte do processo de envelhecimento saudável, ao lado de manter o convívio social e ter boa saúde. Mas isso é diferente de ser sexualmente ativo. “A manifestação da sexualidade acontece quando a pessoa está plena, seja com carícias, com toques, com abraços, e não necessariamente precisa haver relação com coito”, disse Oliva.

8 – Uso de preservativo

O uso de preservativo nas relações sexuais é fundamental, inclusive entre os idosos. Segundo Carmita, as pessoas mais velhas são de uma geração que viveu num período em que não existia Aids, então não aprenderam a usar preservativo e, muitas vezes, não consideram necessário. Mas novos casos de HIV e sífilis continuam surgindo no Brasil, inclusive entre os idosos.

Leia também:  Sexo após os 60 é essencial para a saúde

 

“Se o idoso vai para um relacionamento novo e não usa o preservativo, o risco de infecções sexualmente transmissíveis existe, sim. Então, cuidado”, alertou.

9 – Uso de acessórios

Existem várias formas de resgatar a intimidade e o prazer com o avançar da idade – é preciso adaptar-se às novas situações. A manifestação da sexualidade pode ser adaptada, ser prazerosa e ser satisfatória.

Nesse sentido, o uso de acessórios sexuais pode ser uma alternativa, ao lado de lubrificantes, de forma muito individual. “Diferentes pessoas vão envelhecer de formas diferentes. É importante quebrar o tabu relacionado à sexualidade na terceira idade”, defendeu Oliva.

10 – Preconceitos e estigmas

Preconceitos e estigmas podem provocar diversos impactos negativos na vida sexual das pessoas que envelheceram – ainda se tem a ideia de que pessoas mais velhas não fazem sexo ou não devem fazer.

Por conta disso, muitas vezes é difícil abordar o tema e discutir dificuldades que poderiam melhorar com tratamentos, medicações ou terapias, contou Oliva.

“Esse é o primeiro problema do preconceito, mas não é o único. Se não conversamos sobre isso, não conseguimos melhorar esses aspectos. Isso pode trazer insatisfação para a vida pessoal das pessoas mais velhas”, enfatizou o geriatra.

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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