• Anuncie no Site
  • Contato
No Result
View All Result
Newsletter
50emais
  • Início
  • Clube de Vantagens
  • Saúde
    Alimentação à base de frutas, legumes e peixe ajuda a prevenir AVC

    Alimentação à base de frutas, legumes e peixe ajuda a prevenir AVC

    Desrespeito e crueldade de um plano de saúde com idoso cadeirante

    Desrespeito e crueldade de um plano de saúde com idoso cadeirante

    Inglaterra alerta para pancreatite aguda e morte causadas por caneta emagrecedora

    Inglaterra alerta para pancreatite aguda e morte causadas por caneta emagrecedora

    Exercícios que ajudam a manter seus joelhos com saúde

    Exercícios que ajudam a manter seus joelhos com saúde

    Dr. Dráuzio Varella: quais alimentos são inflamatórios e quais são anti-inflamatórios

    Dr. Dráuzio Varella: quais alimentos são inflamatórios e quais são anti-inflamatórios

    Cardiologista dá três boas dicas para você que tem dificuldade para dormir

    Cardiologista dá três boas dicas para você que tem dificuldade para dormir

    O que aconteceu com meu irmão serve de alerta para cuidadores de idosos

    O que aconteceu com meu irmão serve de alerta para cuidadores de idosos

    Existem boas razões para passar mais tempo se equilibrando em uma perna só

    Existem boas razões para passar mais tempo se equilibrando em uma perna só

    Você sabe o que é alergia primaveril?

    Você sabe o que é alergia primaveril?

  • Moda
    Para você que passou dos 50 e gosta de usar vestido

    Para você que passou dos 50 e gosta de usar vestido

    Qual é a cor desse verão que acaba de chegar?

    Qual é a cor desse verão que acaba de chegar?

    Moda: alfaiataria e gravata estão de volta

    Moda: alfaiataria e gravata estão de volta

    A noite mais aguardada para os amantes do universo da moda decepcionou

    A noite mais aguardada para os amantes do universo da moda decepcionou

    Moda depois dos 50: trajes para todos gostos

    Moda depois dos 50: trajes para todos gostos

    “Eu não sabia que poderia causar tanto impacto nessa idade”

    “Eu não sabia que poderia causar tanto impacto nessa idade”

    Com a chegada do frio, vestido com botas é uma boa pedida

    Com a chegada do frio, vestido com botas é uma boa pedida

    Glória Kalil: como usar salto baixo com roupa de noite

    Glória Kalil: como usar salto baixo com roupa de noite

    Moda: estampas para o inverno 2024

    Moda: estampas para o inverno 2024

  • Cultura

    Marieta Severo, capa da revista Vogue: A chegada dos 80 é muito significativa

    Tânia Maria: “Ainda não caiu a ficha que sou famosa”

    Tânia Maria: “Ainda não caiu a ficha que sou famosa”

    Glória Pires dirige seu primeiro filme: Sexa, uma comédia sobre preconceito de idade

    Glória Pires dirige seu primeiro filme: Sexa, uma comédia sobre preconceito de idade

    Adélia Prado, considerada maior poetisa viva do Brasil, chega aos 90 anos

    Adélia Prado, considerada maior poetisa viva do Brasil, chega aos 90 anos

    Fernanda Montenegro é uma bandida no filme que pode ser sua despedida do cinema

    Fernanda Montenegro é uma bandida no filme que pode ser sua despedida do cinema

    Documentário mostra a beleza do envelhecimento ativo

    Documentário mostra a beleza do envelhecimento ativo

    Primeira negra na Academia Brasileira de Letras encontra-se com as outras imortais

    Primeira negra na Academia Brasileira de Letras encontra-se com as outras imortais

    Marianas, documentário imperdível sobre a tragédia de Bento Rodrigues, no GloboPlay

    Marianas, documentário imperdível sobre a tragédia de Bento Rodrigues, no GloboPlay

    Em sua estreia como diretora, Scarlett Johansson fala da amizade com a avó

    Em sua estreia como diretora, Scarlett Johansson fala da amizade com a avó

  • Intercâmbio e Turismo
    Por que Londres é uma cidade única no mundo

    Por que Londres é uma cidade única no mundo

    Tudo que você gostaria de saber sobre intercâmbio  50+ no exterior

    Tudo que você gostaria de saber sobre intercâmbio 50+ no exterior

    Em 2024, dê a você de presente duas semanas de intercâmbio no exterior

    Em 2024, dê a você de presente duas semanas de intercâmbio no exterior

    Live: Comece a planejar seu intercâmbio/2024. São 16 opções de cidades

    Live: Comece a planejar seu intercâmbio/2024. São 16 opções de cidades

    Intercâmbio no exterior em 2024 – mais de 10 destinos para você que passou dos 50

    Intercâmbio no exterior em 2024 – mais de 10 destinos para você que passou dos 50

    Intercâmbio no exterior: África do Sul e Escócia esperam por você em 2023

    Intercâmbio no exterior: África do Sul e Escócia esperam por você em 2023

    Quatro países para você fazer intercâmbio ainda neste ano

    Quatro países para você fazer intercâmbio ainda neste ano

    Não precisa falar inglês para fazer o intercâmbio em Malta

    Não precisa falar inglês para fazer o intercâmbio em Malta

    Live: quer passar duas semanas em Malta?

    Live: quer passar duas semanas em Malta?

  • Entrevistas
    O ser humano não vive mais do que 120 anos

    O ser humano não vive mais do que 120 anos

    ‘O grande ensinamento dos pacientes é viver o hoje’

    ‘O grande ensinamento dos pacientes é viver o hoje’

    Cuidado! Ficar sentado muito tempo danifica a coluna

    Cuidado! Ficar sentado muito tempo danifica a coluna

    ‘A idade me trouxe a clareza do viver’

    ‘A idade me trouxe a clareza do viver’

    Isabel Allende sobre 3º casamento aos 70: O amor é o mesmo, mas as necessidades são diferentes

    Isabel Allende sobre 3º casamento aos 70: O amor é o mesmo, mas as necessidades são diferentes

    Live discute ‘dependência afetiva’, mal que causa grande sofrimento e afeta milhões

    Live discute ‘dependência afetiva’, mal que causa grande sofrimento e afeta milhões

    Lucinha Lins sobre a libido na terceira idade: “Não fica ruim, mas diferente”

    Lucinha Lins sobre a libido na terceira idade: “Não fica ruim, mas diferente”

    Símbolo sexual, Luisa Brunet chega aos 60 anos em seu “melhor momento”

    Símbolo sexual, Luisa Brunet chega aos 60 anos em seu “melhor momento”

    Para melhorar o cérebro, você tem que cuidar do espírito

    Para melhorar o cérebro, você tem que cuidar do espírito

  • História de Vida
    Mulher de Bruce Willis fala do ator, três anos após a demência afastá-lo das telas

    Mulher de Bruce Willis fala do ator, três anos após a demência afastá-lo das telas

    Quem foi Brigitte Bardot e por que ela marcou tanto o seu tempo

    Quem foi Brigitte Bardot e por que ela marcou tanto o seu tempo

    Documentário conta a extraordinária história de Dráuzio Varella

    Documentário conta a extraordinária história de Dráuzio Varella

    Aos 80, ela faz história ao completar competição das mais difíceis do mundo

    Aos 80, ela faz história ao completar competição das mais difíceis do mundo

    Perguntada sobre o passar do tempo, Cher não titubeou: “Eu odeio isso”

    Perguntada sobre o passar do tempo, Cher não titubeou: “Eu odeio isso”

    Rumo aos 100 anos

    Rumo aos 100 anos

    Aos 80 anos, Dr. Alexandre Kalache é referência na luta em favor dos idosos

    Aos 80 anos, Dr. Alexandre Kalache é referência na luta em favor dos idosos

    Grande Otelo é nome de teatro em Uberlândia(MG), onde nasceu há exatos 110 anos

    Grande Otelo é nome de teatro em Uberlândia(MG), onde nasceu há exatos 110 anos

    Mestras de três gerações contam como abraçaram a arte de ensinar

    Mestras de três gerações contam como abraçaram a arte de ensinar

  • Comportamento
    Separação de Ivete: por que liberdade de uma mulher 50+ atrai tanto julgamento

    Separação de Ivete: por que liberdade de uma mulher 50+ atrai tanto julgamento

    Blocos 50+: o carnaval que cabe na vida

    Blocos 50+: o carnaval que cabe na vida

    Casais que se amam. mas moram separados, um arranjo que cresce após os 50

    Casais que se amam. mas moram separados, um arranjo que cresce após os 50

    Aos 70, olhando para o futuro, esperando o que virá, sem pressa, sem ansiedade

    Aos 70, olhando para o futuro, esperando o que virá, sem pressa, sem ansiedade

    Violência contra a mulher depois dos 50 tende a ser menos visível

    Violência contra a mulher depois dos 50 tende a ser menos visível

    Separação depois dos 50: quando o “nós” muda de lugar

    Separação depois dos 50: quando o “nós” muda de lugar

    BBB 2026: a arte de não levar a casa para dentro de casa

    BBB 2026: a arte de não levar a casa para dentro de casa

    Como nosso corpo reage à proximidade da morte

    Como nosso corpo reage à proximidade da morte

    NOLT – um modismo para mascarar o envelhecimento

    NOLT – um modismo para mascarar o envelhecimento

  • Vida Financeira
    Vai se aposentar? Veja o que muda na aposentadoria em 2026

    Vai se aposentar? Veja o que muda na aposentadoria em 2026

    Quer ter independência financeira? Veja 10 dicas para chegar lá

    Quer ter independência financeira? Veja 10 dicas para chegar lá

    Envelhecimento: o desafio de planejar suas finanças

    Envelhecimento: o desafio de planejar suas finanças

    Especialistas dão dicas de como se proteger contra golpes financeiros

    Especialistas dão dicas de como se proteger contra golpes financeiros

    Quatro décadas de trabalho garantirão outras três após a aposentadoria?

    Quatro décadas de trabalho garantirão outras três após a aposentadoria?

    Antecipação de 13º salário: o que fazer com o dinheiro?

    Antecipação de 13º salário: o que fazer com o dinheiro?

    Aos 64, ela já viajou por 64 países e ensina como economizar

    Aos 64, ela já viajou por 64 países e ensina como economizar

    Aposentados: 1ª parcela do 13° salário sai nesta quarta, 24 de abril

    Aposentados: 1ª parcela do 13° salário sai nesta quarta, 24 de abril

    A difícil tarefa de fazer uma reserva financeira para a velhice

    A difícil tarefa de fazer uma reserva financeira para a velhice

Só depois de 42 tentativas, ela aceitou ficar com ele

Uma história de amor que só floresceu depois que ele insistiu muito, apesar dela ter dito 42 "não"

12/09/2024
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no WhatsappCompartilhe no LinkedinCompartilhe no TelegramCompartilhe com QRCODE
Ele conseguiu vencer a resistência dela depois de muita insistência. Foto ilustrativa. Reprodução/Internet

50emais

Uma história bonita de um homem que se apaixonou por uma mulher, mas ela não queria saber dele. Repelia todas as suas investidas.

Ao longo do período em que tentou conquistá-la levou nada menos do que 42 “não”. Mas ele não desistiu. Continuou insistindo.

Um dia, mudou completamente o visual. Cortou os longos cabelos cacheados. E trocou a aparência desleixada por um estilo mais atraente. 

Exibiu sua nova versão num baile. Deu certo. Ela aceitou quando ele a convidou para dançar.  Foi o início de um relacionamento que 46 anos depois ainda floresce.

Moral da história: quase sempre a persistência compensa.

Leia a história completa, relatada por Antonio Luiz Miranda (Toninho Miranda) a “o Globo, onde foi publicada:

Os conjuntos habitacionais eram a esperança de muitas famílias para conquistar moradia digna, no final da década de 1960. Nossas famílias foram pioneiras em um grande conjunto de casas no bairro da Pavuna, no Rio. As ruas eram imensas ladeiras, nomeadas com nomes de passarinhos.

Minha casa era na Alameda dos Beija-Flores; a dela, na Alameda dos Tico-ticos. As duas ruas eram vizinhas, o que a obrigava a passar, todos os dias, a caminho da escola, em frente à minha casa. Ela era uma menina de 6 para 7 anos; eu, um menino de 9 para 10 anos. Ela usava um corte de cabelo, que, naquele tempo, chamavam de “Joãozinho” e que, hoje, chamam, modernamente, de “pixie”. Não trocávamos palavra. Ela passava, com a mãe, sem dar atenção a ninguém.

Tempos depois, nos víamos na igreja, nas missas dominicais. Ela, na companhia dos pais; eu, na maioria das vezes, sozinho. Ela chegava e saía de carro. Eu andava um bocado, até o ponto de ônibus. Ainda nesse período não nos falávamos. Ela já não era a menina de cabelos curtos, nem eu era o retrato acabado da timidez excessiva quando passamos a frequentar o mesmo clube, no que, antigamente, se conhecia como baile. O evento dominical era, sempre, dividido em dois momentos: músicas para dançar sozinho ou em grupos, com passos ensaiados durante a semana, e músicas para dançar acompanhado, as aguardadas “músicas lentas”. A história, aqui, avança para o final da década de 1970.

Leia também: Pessoas maduras recorrem cada vez mais a sites de namoro

Gosto de contar que, a custa de algum esforço, minha timidez, ainda que continuasse, foi dando lugar a uma insistência. Ela estava sempre no mesmo baile, acompanhada de muitas amigas; eu também era frequentador assíduo. Ela dançava lindamente, sozinha ou com o grupo de amigas, mostrando as coreografias ensaiadas anteriormente. Eu tentava dançar — e estou sendo muito generoso comigo mesmo, quando chamo de dança os desajeitados movimentos. O que eu mais aguardava era o momento da mudança de ritmo.

Desde que concluí o curso técnico passei a usar cabelo comprido. Talvez tenha ficado algum trauma do trote de raspar a cabeça, quando ingressei na Escola Técnica Federal. Meu cabelo comprido e cacheado era cuidado por mim com a vaidade aceitável para um jovem da minha geração. Na verdade, depois dos desajeitados movimentos dançantes, deviam me transformar no mais desleixado dos frequentadores do baile. Ainda assim, tomado por um misto de coragem e ousadia, eu sempre a convidava para dançar no momento em que o ritmo mudava. Lembro muito bem dos terríveis olhares dela, me avaliando e respondendo, sempre, do mesmo jeito à minha singela pergunta: quer dançar comigo? A resposta não poderia ser outra, não!

Quando conto nossa história, afirmo que sou um exemplo notável de persistência, pois ouvi sonoros 42 “nãos” até que…

Por algum motivo, não explicado, nem investigado, resolvi cortar o cabelo. Os cachos foram abandonados e fui ao baile dominical estreando um visual menos desleixado. Possivelmente, cansado em excesso, resolvi, também, que não iria exibir minha falta de talento para a dança. Quando o ritmo mudou, eu estava perto dela e do seu grupo de amigas. Antes que eu tentasse, pela 43ª vez, convidá-la para dançar, ela virou-se na minha direção e me perguntou as horas. Respondi e emendei o convite, tantas vezes repetido: quer dançar comigo?

Nosso namoro, dentre todas as histórias de namoro que conhecemos, é o único em que o casal pode determinar com exatidão o dia e a hora do começo. Depois da primeira e única música, naquela noite, me ofereci para acompanhá-la; éramos ainda vizinhos. O rigor daqueles tempos na criação dos filhos fazia com que ela, filha única, e os pais tivessem um trato que limitava o horário da presença dela no baile; 22h era o máximo permitido. Naquela noite, por 10 minutos ela não teria me perguntado nada.

Leia também: Sexualidade ativa faz parte do envelhecimento saudável

Do tempo do cabelo grande e cacheado, ela lembrava de alguém, com aparência esquisita, convidando-a para dançar, insistentemente — foram 42 vezes; eu contei. Alguém que o penteado não permitia que ela enxergasse sequer os olhos por baixo dos cachos. A resposta negativa estava plenamente justificada.

Temos duas filhas. As meninas conhecem essa história e riem quando relembro detalhes. Esse ano, completaremos 45 anos de namoro e 37 de casados. Mudou muita coisa, é claro. Construímos uma parceria que nos enche de felicidade e orgulho. Tenho hábito de contar histórias no Facebook; quase todas sobre episódios vividos na sala de aula. Uma ou outra história sobre viagens; algumas sobre parentes e amigos. Ela já foi, inúmeras vezes, personagem principal. No entanto, o tempo fez com que ficasse tímida; quase tanto quanto eu. Não sabe nada sobre o que estou escrevendo, nem o motivo.

As mudanças em nós dois são visíveis. Desisti, de vez, de dançar desacompanhado. Aprendi, com ela e com as meninas, a dançar samba e forró, juntinhos. Não resistimos a dançar abraçados nas rodas de samba, que tanto amamos. Às vezes, somos elogiados pela performance. Temos uma neta, xodó dos avós, que é impiedosa comigo enquanto avaliadora de meus talentos coreográficos. “Vovô sabe cantar samba, conhece um monte de histórias de samba, sabe tocar alguns instrumentos de samba, mas não sabe sambar. Vovô é muito estranho.”

Ela continua fazendo muitas coisas, ao mesmo tempo; explorando, com inegável talento, habilidades como a marcenaria e o artesanato. A rotina não faz parte do seu dia a dia. Uma de minhas filhas gosta de dizer que eu sou a pessoa que mais ama a rotina. O que deve ser uma licença poética para chamar o pai de preguiçoso. No entanto, a preguiça é um talento que não exerço tanto quanto gostaria. Cozinheiro apaixonado, dedico muito tempo ao preparo de receitas, que fazem algum sucesso. A impiedosa crítica gastronômica é a minha neta. Nesse aspecto, as observações ácidas não se justificam, segundo a maioria dos que experimentam as criações.

Leia também: Namoro na terceira idade evita depressão e melhora a saúde

O estilo do corte de cabelo encerrará essa história. Desde aquela noite, e nos quase 45 anos depois, nunca mais deixei o cabelo crescer. Ela abandonou o corte “pixie” e também assumiu os cabelos brancos. Está muito mais bonita. Eu, rotineiramente, corto do mesmo jeito: máquina 2 nos cabelos e máquina 1 na barba. Minha neta é a responsável por agendar minha ida até a barbearia, próxima de casa. Com a sabedoria dos 4 anos de idade, ela informa ao competente barbeiro: “Você sabe cortar o cabelo do meu avô, mas não sabe pentear. Só eu sei.” Ela ainda não sabe que é a personagem que encerra, por enquanto, essa história”.

Informe Vida Adulta Inteligente

Receba nossos informativos Vida Adulta Inteligente

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Next Post
Por que nossas avós não tinham estrias

Por que nossas avós não tinham estrias

Informe Vida Adulta Inteligente

Receba nossos informativos Vida Adulta Inteligente

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

50emais © Customizado por AttonSites | Sergio Luz

  • Anuncie no Site
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Clube de Vantagens
  • Saúde
  • Moda
  • Cultura
  • Intercâmbio e Turismo
  • Entrevistas
  • História de Vida
  • Comportamento
  • Vida Financeira

© 2022 50emais - Customizado por AttonSites.

google.com, pub-6507649514585438, DIRECT, f08c47fec0942fa0
google-site-verification=RdokOpUk5ttGOj7FPy4Cgxiz9sky4_-ws4YYW_Q7YcA
7861E1704C6516D7C6F094F738ACE9FE
Utilizamos cookies essenciais de acordo com a nossa Política de Privacidade e ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Canal de atendimento WhatsApp