Sophia torna-se mito maior que Marylin e Brigitte

Por Maya Santana
A atriz completou 80 anos de vida neste sábado, 20 de setembro

A atriz completou 80 anos de vida neste sábado, 20 de setembro

Eu postei um artigo sobre Sophia Loren há poucos dias, a propósito dos 80 anos da atriz, completados neste sábado, e do lançamento de sua autobiografia. Achei que valia a pena publicar mais este, escrito por Inácio Araújo e publicado pelo Uol, mostrando que, ao chegar à oitava década de vida, a italiana tornou-se mito maior do que Marylin Monroe e Brigitte Bardot.

Leia o artigo:

Se a América teve Marilyn Monroe e a França teve Brigitte Bardot, a Itália teve Sophia. Teve e tem, diga-se, já que chega neste sábado (20) aos 80 anos tendo atrás de si uma das mais fascinantes carreiras do cinema europeu.

Ao contrário de BB e Marilyn, porém, Sophia Loren não foi um mito instantâneo. Foi aos poucos que seu nome foi se impondo. Filha ilegítima de um engenheiro e de uma professora de piano, Sophia nasceu e cresceu pobre, nas proximidades de Nápoles.

Tendo ido morar em Roma aos 16 anos, logo participou do concurso de Miss Itália. Na época, o concurso era uma fábrica de estrelas do cinema italiano. Por lá passaram, apenas no ano de 1947, Lucia Bosè, Silvana Mangano, Gina Lollobrigida, Eleonora Rossi Drago e Gianna Maria Canale –todas estrelas de primeira linha da época de ouro do cinema italiano.

Sophia ficou em segundo lugar no concurso de 1950: era o bastante para conseguir alguns pequenos papéis na Cinecittà. Quem a nota, em 1952, e imediatamente a lança na primeira linha do cinema italiano, no entanto, é Carlo Ponti, ao lado de Dino DeLaurentiis, o principal produtor de cinema do país. Ponti, aliás, logo se separa da mulher para ficar com Sophia.

Em 1954, ela consegue o principal papel feminino em “Duas Noites com Cleópatra”, de Mario Mattoli, e nos anos seguintes se firma trabalhando com diretores de primeira linha (Alessandro Blasetti, Dino Risi, Mario Soldati).

O prestígio que obtém não evita o escândalo que foi o casamento com Ponti por procuração, no México. Explica-se: na Itália não existia divórcio, de maneira que Carlo Ponti passou a ser perseguido por poligamia, enquanto Sophia era considerada meramente sua concubina. O escândalo forçou Ponti a transferir seus negócios para Paris, enquanto Sophia passaria os próximos anos de sua carreira nos Estados Unidos.

Como a maior parte das atrizes italianas nos EUA (a começar por sua concorrente, Gina Lollobrigida), a maior parte dos filmes em que trabalhou não se notabilizaram, com exceção de “A Orquídea Negra”, de Martin Ritt, e da superprodução “El Cid”, de Anthony Mann. Clique aqui para ler mais.


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1 Comentários

Ana Sartori 22 de setembro de 2014 - 10:17

Maravilhosa, belíssima… Uma eterna DIVA!

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