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Surgem nos EUA academias somente para gordos

Por Maya Santana

No país com maior número de obesos, academias estão fadadas ao sucesso

No país com maior número de obesos, academias estão fadadas ao sucesso

Se a gente considerar que nos Estados Unidos quase metade da população está acima do peso, conclui que demorou muito para que esta novidade surgisse no país: academias destinadas a atender apenas ao público com muitos quilos a mais. Com unidades em Chicago e Dallas, começa a ganhar destaque, a partir de uma decisão estratégica da empresa, aceitar apenas membros que estejam pelo menos 50 libras – cerca de 22 quilos – acima do peso recomendável.

Até 2030, de acordo com pesquisas, a metade da população americana de cerca de 300 milhões de almas será formada de obesos. A obesidade provoca uma série de doenças, como a diabetis. O problema é tão sério nos Estados Unidos que o governo vem fazendo uma verdadeira cruzada para conscientizar as pessoas da importância de se prestar atenção ao que se come. Nova York aprovou uma lei proibindo os bares e restaurantes de vender refrigerantes – que são verdadeiras bombas de açúcar – em embalagens gigantes.

Até 2030, metade dos cerca de 300 milhões de americanos será obesa

Até 2030, metade dos cerca de 300 milhões de americanos será obesa

A ação mostra de que maneira, mesmo em setores onde há muita competição, pequenos empreendimentos podem ganhar espaço e conquistar clientes. A segmentação, aliás, já chegou ao Brasil. Há empreendedores que oferecem, por exemplo, espaço apenas para idosos e gestantes.

A proposta da empresa norte-americana, que se chama  Downsize Fitness,  é de certa maneira simples. A proposta, ao aceitar apenas ‘gordinhos’ é deixar o ambiente mais agradável para esse público, evitando a ansiedade e embaraço que normalmente esse público enfrenta nas academias tradicionais.

Além disso, os funcionários também são treinados para ministrar treinamentos específicos para esses alunos – há também personal traineres à disposição, além de profissionais que acompanham os hábitos alimentares dos frequentadores. Fonte: Estadão

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