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Tarot: A descoberta do que viemos fazer nesta vida

Por Maya Santana

Todos nascemos com algum tipo de potencial

Todos nascemos com algum tipo de potencial

Alexandre Moreira, Tarólogo

Habilidades e talentos todos têm. Algumas pessoas parecem tê-los de sobra. Outras reclamam a falta dos mesmos. Há gente que sabe manipular bem os recursos que possui, outros nem tanto. Mas não importa: todos nascemos com algum tipo de potencial que se for reconhecido e bem desenvolvido poderá facilitar em muito a vida do portador e trazer grandes benefícios para o mesmo.

Entre os diversos significados comuns que a Carta 8 do naipe de Ouros do tarot possui, está também esses recursos, talentos ou habilidades que possuímos. Podemos nascer com eles e desde muito cedo manifestá-los, seja através da dança, da pintura, do teatro, do trabalho manual, da facilidade de comunicação, do senso estético apurado, da diplomacia, da própria beleza física, etc. Algumas pessoas, entretanto, necessitam reconhece-los. É mais ou menos o que acontece quando fazemos um teste vocacional, um teste de aptidão: irá nos fornecer uma lista de profissões, ou mesmo atividades, onde podemos nos realizar como indivíduos criativos, expressando nossas ideias e sentimentos e nos inserindo no mercado de trabalho ou dentro do grupo social.

Assim como alguns logo manifestam de forma bastante nítida esses talentos pessoais, outros precisam burilá-los. Às vezes leva-se muito tempo para “descobrirmos” quem somos e o que somos aptos a fazer como profissionais ou, até mesmo, como hobby ou lazer. Acontece de algumas pessoas, ao invés de buscarem dentro de si os sinais das suas habilidades, espelham-se nas outras e acabam escolhendo carreiras que lhes são frustrantes pois nunca atingem o nível de excelência desejado. Mas aquele que se dedica a desenvolver os próprios recursos certamente encontrará o sentido da palavra realização.

Demanda estudo, dedicação; muito ensaio, repetição, esforço, persistência, autodomínio tudo em busca do aperfeiçoamento técnico, da base de conhecimento prático e teórico sobre a qual irá desenvolver-se a habilidade como uma espécie de arte. Seja o mestre sapateiro, o concertista, a atriz, o culinarista, a bordadeira, o escultor, a escritora, a patinadora, o capoeirista, etc, todos só conseguirão obter os melhores resultados daquilo que consideram como seus talentos mediante o, muitas vezes, doloroso processo de lapidação de si mesmos.

Portanto, coragem! Ainda que o caminho seja tortuoso ele conduz a um verdadeiro tesouro que é a descoberta do que realmente viemos fazer nesta vida.

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