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Tem mais de 50 anos? Esta campanha é para você

Por Maya Santana

Atraso no diagnóstico é um dos maiores problemas no combate  à infecção

Atraso no diagnóstico é um dos maiores problemas no combate à infecção

Esta é uma doença também conhecida como “cobreiro”. Afeta principalmente pessoas idosas e provoca dores lancinantes, que podem durar meses. Por isso, se você já chegou aos 50, precisa ler este artigo sobre a campanha da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia para tornar a herpes-zóster mais conhecida.

Leia:

O brasileiro ainda não tem conhecimento completo sobre as complicações de saúde causadas pelo herpes-zóster, uma infecção viral que provoca pequenas bolhas na pele. A conclusão é da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), que lançou uma campanha de esclarecimento da população sobre a doença.

A diretora científica da Seção São Paulo da entidade, Maisa Kairalla, informou que a melhor forma de identificar a doença é em uma consulta médica. Como sinais do herpes-zóster, ela apontou lesões vermelhas na pele e, com a evolução da doença, o aparecimento de criação de crostas escurecidas.

O atraso no diagnóstico é um dos maiores problemas. “Em geral as pessoas procuram três médicos para fazer o diagnóstico, então há um retardo que prejudica o tratamento. O que a gente gostaria é que as pessoas pensassem realmente que pode ser herpes-zóster, para ser mais bem identificado. A pessoa precisa ter lesão de pele e ela coça e dói. Às vezes, a gente pensa que é um inseto ou uma alergia e, na verdade, são sintomas. No início, ela coça bastante e a pessoa procura um médico por isso. O melhor é procurar um médico”, aconselhou, em entrevista à Agência Brasil.

Leia também:
Depois dos 50 é preciso saber tudo sobre herpes-zóster ou cobreiro

A médica disse que a prevenção pode ser feita por uma vacina que ainda não está disponível na rede pública do Brasil. “Essa vacina é apenas privada, custa em média R$ 450 e ainda não está disponível no sistema público. É nova no Brasil, cerca de um ano, e há quase dez anos [foi] aprovada nos Estados Unidos. É uma vacina com eficácia acima de 70% contra a doença do herpes-zóster e a nossa perspectiva é que no futuro seja adotada por toda a população.” Clique aqui para ler mais.

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5 Comentários

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ramon lima 12 de abril de 2018 - 18:00

Eu tenho 55 anos , comecei a sentir no couro cabeludo, como se fossem acnes doloridas em diversos pontos do lado esquerdo, que ateh tocar no cabelo doia, a noite foi dificil dormir. No segundo dia procurei um dermatologista, diagnosticou herpes-zoster, me receitou Cloridrato de Valaciclovir 500 mg 3 x ao dia. Iniciei logo o tratamento, mas as dores estavam aumentando, a noite foi pior que a anterior. No terceiro dia voltei ao medico, informou que ja estavam secando, falei da dor e me receitou Lisador 500mg 3 x ao dia, as dores passaram e o tratamento levou 7 dias. Sobre a vacina, o medico informou que a incidencia do HZ eh tao pequena, que nem ele tomou.
Cheguei a conclusao, lendo os relatos, que tive sorte de procurar um medico que diagnosticou logo o problema.
Espero ajudar com o meu comentario. Um abraco a todos.

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Evelise Pinto 11 de junho de 2015 - 23:19

Eu tenho 59 anos e a quatro anos apareceu o herpes-zoster.
Nos últimos três anos sempre que sinto os primeiros sinais, que são inconfundíveis, vou até a Unidade Básica de Saúde passo pela triagem e, rapidamente, é feita uma receita de Aciclovir. Na saída retiro 140 comprimidos de 200 mg, que é a dosagem distribuída pelo SUS e, tomo 4 comprimidos, a cada 4 horas, por 7 dias.
O herpes-zoster só reincide quando minha imunidade baixa muito, o que acontece quando tenho que tomar antibióticos.
Para receber este atendimento tão rápido e efetivo tive apenas que passar pelo clínico geral e o mesmo registrou em minha ficha de atendimento o quadro de herpes-zoster.

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Dirce 11 de junho de 2015 - 21:42

Olá, eu tive esta coisa terrível no final do ano passado. Pela minha experiência recomendo que ao sentir algum sintoma desses citados acima, procurem um dermatologista ou neurologista. Sim, eu não tinha idéia que especialidade procurar. Há, tenho 58 anos. Bom, fiz uma parte do tratamento que graças a Deus foi em tempo, com uma dermatologista e depois ela mesma me encaminhou para um neurologista. Não fiquei com seqüela, que são as dores persistentes, mas a experiência foi inesquecível pelas dores noite e dia sem parar. Há, não é contagioso, mas não é recomendado contato com crianças e grávidas devido a falta de informações sobre essa doença, pelo menos no período que estiver com as bolhas. Esta foi as informações que recebi.

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marinete 9 de junho de 2015 - 22:29

porque na faixa etária dos 50 anos?

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maria de lourdes. carneiro 8 de junho de 2015 - 20:42

quero saber se é contagioso. ?

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