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Tirinhas “Amar é…” viraram febre nas décadas de 1970 e 1980

Por Maya Santana

As tirinhas começaram a ser publicadas no Brasil em julho de 1972

As tirinhas começaram a ser publicadas no Brasil em julho de 1972

Muita gente achava uma tolice a tirinha contendo declaração de amor, criada nos anos 70, por uma neozelandesa. Tolice ou não as tirinhas aconteceram: tornaram-se populares no mundo inteiro. No Brasil, chegaram em 1972. Eram publicadas, com muito sucesso, em O Globo.

Leia o artigo contando a história das tirinhas:

Quem não se lembra dos quadrinhos intitulados “Amar é…”? Muitos já usaram as frases românticas para conquistar alguém ou simplesmete sonhar com um amor. Os cartuns, hit dos anos 70 e 80, rodaram o mundo todo e estão presentes na memória dos apaixonados até hoje. Como afirmou a neozelandesa Kim Casali, autora das célebres tirinhas, enquanto existir amor, seus desenhos serão um sucesso.

Os primeiros cartoons começaram como ilustrações aos recados que Kim deixava para o seu namorado, Roberto Casali, futuro marido. Nos desenhos, a cartunista representava a si mesma com olhos e cabelos grandes e Roberto, com um “certo ar latino”, como ela afirmou tempos depois. Na época, o casal vivia nos Estados Unidos e, para surpresa de Kim, o namorado guardou todos os bilhetes e mostrou a um jornal americano, que gostou das ilustrações e, em 1972, as publicou. O que antes funcionava com um tipo de diário para Kim, tornou-se uma febre entre jovens e adultos nos anos seguintes.

Seus desenhos já começavam a ficar famosos, quando, em 1977, a cartunista tomou as páginas dos jornais com a notícia do nascimento de seu filho Milo, fruto de uma inseminação artificial. Até aí, sem novidades. O diferente na história é que o menino é filho de Roberto, marido de Kim que havia morrido 17 meses antes em decorrência de um cancêr. Para ela, usar o sêmen conservado do marido foi uma opção para garantir uma família grande, como os dois sonhavam. Além de Milo, o casal tinha outros dois filhos, Stefano e Dario.

No mesmo ano em que Kim começou a fazer sucesso nos Estados Unidos, antes mesmo da polêmica, os seus cartuns estrearam na imprensa brasileira. Em 2 de julho de 1972, O Globo começou a publicar as tirnhas da cartunista. Ao longo da semana, os leitores podiam enviar sugestões do que amar significava para eles e, a partir de uma curadoria, as frases saiam no jornal junto com os desenhos. Clique aqui para ler mais.

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