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Tratamentos menos invasivos adiam a plástica

Por Maya Santana
São muitos os novos tratamentos que acabam substituindo a cirurgia

Com novos aparelhos, tratamentos estéticos avançaram

Esta é uma excelente notícia no país campeão das cirurgias plásticas. Com o aperfeiçoamento dos equipamentos, os tratamentos evoluíram e o que antes exigia plástica, já pode ser obtido sem cirurgia.

Leia sobre o tratamento neste artigo do Uol:

Embora o Brasil seja um país em que se realizem muitas cirurgias plásticas –foram quase 1,5 milhão só em 2013–, um novo paradigma começa a rondar os consultórios médicos. Graças à evolução de aparelhos e tratamentos com fins estéticos, o que antes só era resolvido com plástica hoje encontra alternativas menos invasivas que, se não substituem totalmente a cirurgia, promovem resultados que podem adiá-la.

Estamos falando em preenchimentos, lasers e radiofrequências, além de substâncias como a toxina botulínica. “Como a maioria desses tratamentos não exige afastamento das atividades, são muito procurados”, confirma a cirurgiã plástica Roseli Cardinalli, de São Paulo. Outro ponto a favor é que tais procedimentos não envolvem os mesmos riscos de uma cirurgia. No entanto, é claro, não fazem milagres; a cirurgia plástica tradicional não perdeu seu posto totalmente. “Existe um momento que ela é necessária, e levará a um resultado mais natural do que apenas os tratamentos não-cirúrgicos”, acredita a médica. Confira, a seguir, alguns deles.

Laser de diodo ou criolipólise para adiar a lipoaspiração
A lipo, que remove gordura corporal, é a segunda cirurgia plástica mais realizada no Brasil; perde apenas para a de aumento das mamas com silicone. O laser de diodo presente no aparelho Delight, tem função parecida: ele é levado até a camada de gordura através de uma fibra óptica fina e destrói as células adipócitas. Para isso, é preciso fazer uma microincisão na pele.

O equipamento possui dois comprimentos de onda. O mais curto chega até as células de gordura e, pelo calor, as destrói; sendo eliminadas naturalmente pelo organismo. “O mais longo, atua sobre as fibras de colágeno e elastina, provocando sua retração, ou seja, combatendo a flacidez na área tratada”, explica o cirurgião plástico Rodrigo Motta, de São José do Rio Preto (SP). A sessão pode ser repetida após três meses. O preço médio de cada uma é de R$ 5 mil* a R$ 7 mil* por área tratada.

Já a criolipólise, técnica presente em aparelhos como Cool Sculpting e Cool Shaping, tem o frio como aliado. “O aparelho possui uma ponteira que resfria a gordura da área tratada”, explica a dermatologista Solange Pistori Teixeira, de São Paulo. O resfriamento leva a um processo chamado apoptose, ou morte das células. O sistema linfático, então, se encarrega de absorver essas células mortas, que são eliminadas pelo organismo. Os resultados são visíveis cerca de três meses depois. Geralmente, uma sessão é suficiente, e ela pode custar entre R$ 1.500* e R$ 3 mil*. Clique aqui para ler mais.

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1 Comentários

Ana 15 de janeiro de 2015 - 17:37

já ouvi falar muito sobre o preenchimento. O problema destes tratamentos é que são caros e duram pouco. Já o botox, por exemplo, é excelente quando colocado entre as sobrancelhas. As linhas de expressão desaparecem. É realmente muito bom para esta área do rosto. Nas outras, nem tanto

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