Uma maçã por dia mantém o médico à distância

Por Maya Santana
Se você puder comer apenas uma fruta por dia que seja ela

Se você puder comer apenas uma fruta por dia, que seja ela

Esta é a recomendação de especialistas: se ao longo do dia você puder comer só uma fruta, coma maçã, principalmente se tiver mais de 50 anos e quiser combater a alta do colesterol. A fruta, como mostra estudo que acaba de ser publicado, confirma o velho ditado inglês: uma maçã por dia mantém o médico à distância. Escutava muito a minha orientadora no curso de patchwork, Silvia Gazola, também professora de inglês, repetí-lo: “one apple a day keeps the doctor away”. Além de saborosa, a maçã tem propriedades antioxidantes.

Leia o artigo publicado por O Globo:

Dispostos a provar que o ditado vitoriano mais conhecido do Reino Unido tem fundamento científico, especialistas da Universidade de Oxford demonstraram que, de fato, comer uma maçã por dia, especialmente para quem tem mais de 50 anos, pode ser tão eficaz na prevenção de problemas cardiovasculares quanto o uso regular de estatinas – as drogas para baixar o colesterol. E isso sem nenhum efeito colateral.

O estudo, publicado na edição de Natal da “British Journal of Medicine”, confirma que “uma maçã por dia mantém o médico distante” (ou, em inglês, “one apple a day keeps the doctor away”) segue sendo um excelente lema para a medicina moderna. Os especialistas do grupo de Pesquisa para a Promoção da Saúde da universidade usaram um modelo matemático para comparar o uso de estatinas à ingestão diária da fruta, que tem propriedades antinflamatórias e é rica em antioxidantes.

No Reino Unido, estima-se que cerca de 17,6 milhões de pessoas que não tomam estatinas poderiam estar recebendo o medicamento. Se todas elas estivessem medicadas, revela o trabalho, cerca de 9.400 mortes por infarto e derrame seriam evitadas por ano. No entanto, se, em vez de medicar todas essas pessoas, fosse oferecida uma maçã por dia a 70% da população de 50 anos ou mais (aproximadamente 22 milhões de pessoas), o número de mortes por problemas cardiovasculares evitadas seria similar: 8.500.

Ou seja, além de alcançar praticamente o mesmo benefício, ao menos do ponto de vista de saúde pública, optar pela maçã no lugar do remédio a partir dos 50 anos poderia ainda evitar diferentes tipos de efeitos secundários e problemas relacionados ao uso contínuo dos medicamentos, como transtornos musculares e diabetes.

O estudo foi feito apenas no Reino Unido, mas, garantem os especialistas, suas conclusões poderiam ser aplicadas a qualquer país. A única restrição seria para os diabéticos, que devem ter uma ingestão mais controlada de açúcar. Clique aqui para ler mais.


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