Uma nova mentalidade para se aposentar bem

Investir com inteligência é a forma de se defender  contra as oscilações da economia
Investir com inteligência, se defendendo das oscilações da economia

Para você que vai se aposentar dentro de alguns anos, é importante ler este artigo escrito por Gustavo Cerbasi para a revista Época. As dicas do autor podem ser resumidas em uma só palavra: planejamento – algo no qual nós brasileiros não somos muito bons. Muita gente se descuida, não se planeja e quando chega a aposentadoria é forçada a baixar o seu padrão de vida, tornando a existência mais difícil e complicada, exatamente no momento em que deveria desfrutar de maior tranquilidade, usufruindo do que construiu ao longo da vida.

Leia o artigo:

O planejamento das contas das famílias passou por muitas transformações nas últimas duas décadas. Até os anos 1990, a regra de sobrevivência era gastar tudo o que podíamos, quanto antes. Devido à alta inflação, se demorássemos a usar nosso salário, perdíamos rapidamente o poder de compra. Havia a figura da correção monetária nas aplicações overnight, mas as limitadas ferramentas financeiras da época obrigavam os correntistas a ir ao banco tanto para aplicar quanto para resgatar, e isso consumia muito tempo. Era mais compensador ir às compras no dia do pagamento, fazer estoque e, quando o gasto era maior que a verba, parcelar o valor da compra por vários meses.

No início do novo século, tivemos o despertar da educação financeira. Com os juros elevados, ficou evidente a oportunidade de poupar para alcançar rapidamente a independência financeira, enquanto os empréstimos e financiamentos se mostravam os maiores vilões da classe média brasileira. Na época, os brasileiros consumiam cerca de 30% de sua renda com o pagamento de juros. Um bom planejamento financeiro se traduzia em adotar um estilo de vida restritivo, com compras à vista e um grande esforço de poupança.

Hoje, a realidade é distinta desses dois períodos anteriores. A economia é mais estável, com maior nível de emprego e menor temor dos trabalhadores quanto a seu futuro. Os juros são mais baixos. Isso torna os financiamentos de bens duráveis menos proibitivos. Há ainda um debate intenso sobre qualidade de vida, sustentabilidade e empreendedorismo.  Clique aqui para ler mais.

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