Uma profunda reflexão sobre o envelhecimento

Por Maya Santana
Knud Romer, 53, chora ao contar como o pai, com Alzheimer, foi tratado

Knud Romer, 53, chora ao contar como o pai, com Alzheimer, foi tratado

Já postei este vídeo uma vez. Publico de novo porque acho que vale a pena. O escritor dinamarquês Knud Romer, 53 anos, decidiu realizar um documentário – “Uma Folha Cai ao Céu” – a partir dos registros que fez dos últimos tempos de vida do pai, já profundamente afetado pelo mal de Alzheimer. Nesta entrevista, dada a um canal de televisão de seu país, o escritor não só fala do documentário, mas também faz uma reflexão sobre o caminho solitário da velhice, tecendo duras críticas à forma como a sociedade é construída, com valores hipócritas, negligenciando as relações humanas, principalmente as relações com os idosos. Emocionado, ele conta como o pai, já no fim, foi tratado com a mais odiosa indiferença pelos médicos. Se tiver tempo, veja este vídeo. Vai fazer você pensar:


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5 Comentários

Leila Duarte Teixeira de Carvalho 3 de fevereiro de 2018 - 14:35

Fiquei sem palavras para descrever o impacto que essa matéria me causou. Estou na reta final da minha vida e já não posso andar sem apoio e isso tende a piorar com o passar dos dias sempre monótonos e iguais. Se na Dinamarca é assim, o que esperar nesse país onde nada funciona?

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Marcílio Godoi 2 de agosto de 2017 - 08:16

O final súbito da entrevista exemplifica seu conteúdo.

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Margareth Bravo 3 de agosto de 2017 - 18:10

Completamente! Não há empatia! O homem está visivelmente emocionado, o que ele fala reaviva a experiência e dói! Ela interrompe, sem a menor consideração!

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Denise Pires 21 de julho de 2014 - 21:58

Gostaria de agradecer ao escritor Kund Romer pelo depoimento. Ouvi-lo me restituiu a credibilidade na capacidade de refletir sobre o que o mundo digital ainda permanece impotente: humanização de nossa existência.

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Gabriel 20 de julho de 2014 - 20:19

Eu adorei. A sinceridade da situação. Digo até que gargalhei agasalhado pela tristeza. Foi pra não chorar: “- Onde você entra nessa história?… As vezes penso que nada disso é real”. poxa!
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