Vem aí um outro documentário sobre Tom Jobim

Por Maya Santana
O grande músico morreu em 1994, com apenas 67 anos de idade

O grande músico morreu em NY, em 1994, com apenas 67 anos

O universo musical de Antonio Carlos Jobim não cabe em apenas um filme. Foi com esse pensamento que   o diretor Nelson Pereira dos Santos realizou dois filmes sobre Tom Jobim, considerado, um dos maiores   expoentes de todos os tempos da música brasileira. O primeiro, “A Música,  Segundo Antonio Carlos Jobim”, estreou em janeiro de 2012 com sucesso de   público e crítica e foi premiado pela Associação de Críticos de Cinema do Rio   de Janeiro como um dos melhores filmes lançados no Rio de Janeiro em   2012.

Agora, um ano depois,   chega aos cinemas brasileiros, em 08 de fevereiro, o segundo, “A Luz do Tom”, dessa vez com co-direção de Marco Altberg, onde Tom Jobim tem a vida narrada através de vozes   femininas, as favoritas do compositor. O filme completa o retrato do   maestro, com depoimentos inéditos, intercalados com as músicas, de três mulheres importantes na vida de Tom Jobim –   da irmã Helena Jobim, e duas mulheres com quem foi casado, Tereza Hermanny e   Ana Lontra Jobim. A partir da memória delas o filme constrói um outro Antonio   Carlos Jobim, tendo como ponto de partida   o livro de memórias “Um homem Iluminado”, da irmã do maestro.

Livro no qual o segundo documentário foi baseado

Livro no qual o segundo documentário foi baseado

Se em “A Música   Segundo Tom Jobim” Nelson Pereira dos Santos escolheu o caminho sensorial da imagem e do som para mostrar o trabalho do músico, sem palavras, agora, surge o Tom mais íntimo,   familiar. Desta vez são elas, as vozes das três mulheres que   percorrem – como num diálogo com ele, entremeado de sua música – a obra do   “maestro soberano”.
Helena com o irmão Tom, quando os dois eram bem jovens

Helena com o irmão Tom, quando os dois eram bem jovens

– “Desde o começo, foram projetados os dois filmes:   um, sobre a música que ele criou, com vários intérpretes. O outro, sobre a memória das três mulheres: Thereza Jobim,   a primeira esposa; de Ana Lontra Jobim, segunda esposa; e de Helena Jobim, irmã de Tom. Helena está numa praia de Florianópolis lembrando Ipanema dos   anos 1930; Thereza na serra, rodeada por um jardim enorme cercado de mata   atlântica, lembrando Tom e a natureza; e Ana no Jardim Botânico, que Tom dizia   ser a extensão do quintal de sua casa”, antecipa Nelson. Leia mais em www.esportecultura.com.br


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