Você não vai parar de trabalhar nunca

Por Maya Santana
É preciso se preparar muito para ter uma vida satisfatória após a aposentadoria

É preciso se preparar muito para ter uma vida satisfatória após a aposentadoria

Este  artigo de Gustavo Cerbasi, publicado na revista Época, deve ser lido, sobretudo, para quem ainda não se aposentou. Por aqueles que vão se aposentar dentro de alguns anos e também por gente mais jovem. Afinal, trata de um assunto que mais cedo ou mais tarde vai fazer parte da vida de todo mundo, que é a aposentadoria. Fala, na verdade, da importância de se preparar bem para continuar ativo e satisfeito  com a vida de aposentado.

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É possível distinguir claramente as pessoas que planejam a aposentadoria daquelas que não estão fazendo o esforço necessário. São dois grupos com posições bem diferentes em relação ao futuro. Cabe uma advertência comum a ambos: prepare-se para trabalhar – e muito! – em sua aposentadoria.

Para os que não investem o suficiente, a constatação é óbvia. Ao consumir hoje tudo o que ganhamos, asseguramos que teremos de trabalhar para bancar cada mês de vida pela frente. Isso não é pouco. A melhora geral na qualidade de vida nos garante longevidade maior e mais inspiração para o consumo. Se considerarmos os gastos com saúde e a necessidade de conforto, não é exagero estimar que viver bem significará gastar mais do que gastamos hoje, mesmo com hábitos de lazer menos frequentes e com filhos emancipados. Até aqui, nenhuma novidade.
Há ainda um fenômeno pouco estudado: mesmo os que se planejam para um futuro abastado provavelmente trabalharão na fase que imaginaram estar aposentados. Isso se deve à liberdade de escolha resultante da independência financeira.

Quanto maior o patrimônio acumulado, menor é o temor de que uma escolha importante dê errado. Reservas financeiras amenizam nossa ansiedade. Imagine-se na situação de ter de abandonar o emprego atual e se arriscar numa nova função que tenha algum risco de não ser bem-sucedida. Com reservas financeiras, você sabe que, se não der certo, terá tempo para voltar atrás e retomar sua antiga atividade. Quem vive no limite de suas finanças evita se expor ao risco de mudanças ousadas. Sem assumir riscos, não erra, mas também não evolui. Isso leva à rotina e ao desgaste. Esses por sua vez aumentam o desejo de se aposentar à medida que o tempo avança.

Quem planeja seu futuro se sente mais seguro e amparado para ousar. Isso aumenta seu leque de experiências e referências, gera uma diversidade curricular que tende a aumentar o número de convites para oportunidades. Clique aqui para ler mais.


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