
Violência contra a mulher: Como pôr fim a essa verdadeira epidemia?
“Eu tinha 57 anos quando entendi que não era ciúme, era vigilância”, conta Marta, nome fictício, administradora, moradora São Paulo. Ela descreve um casamento longo que, por fora, parecia estável. Por dentro, o controle foi fechando as saídas: cobrança por horários, críticas que viravam humilhações, brigas por dinheiro, pressão para reduzir contato com amigas. “Quando eu falava em me separar, ele dizia que eu não ia conseguir me sustentar e que ia ‘resolver do jeito dele’. Passei a dormir com o celular na mão.”













