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Elas cinco envelheceram cuidando da saúde de formas diferentes

08/08/2022
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 Déa Januzzi, 50emais

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Cada pessoa envelhece à sua maneira : umas precisam de remédios, outras não

      Você poderia dizer a idade de uma pessoa consultando a caixa de remédios dela? Para ajudá-los nessa tarefa vou traçar três perfis de mulheres da mesma família.  Irmãs, elas já passaram dos 60 – e cada uma tem a sua caixa de medicamentos indispensáveis. A primeira toma nove remédios diferentes. Ao acordar, logo depois do café da manhã, ela busca a  frasqueira lá dentro (lembram-se desse objeto pessoal usado pelas mulheres?) para tomar remédios contra colesterol alto e vacilos do  coração, pois já fez angioplastia para retirar 70%  de entupimento das artérias. Depois é hora de mais dois para manter a pressão no nível desejado de 12 por 8 – e também o remédio contra diabetes.  Ah, o de depressão não pode faltar de jeito nenhum. É indispensável para controlar a falta de graça dessa vida, os transtornos de ansiedade e a solidão, cuja companheira inseparável é a televisão, ligada 24 horas. Às vezes uma pessoa liga e ela pede: “Você pode retornar daqui a pouco? Estou assistindo novela. No intervalo, ligo para você”.

    Depois do almoço, essa mesma pessoa toma mais remédio contra a depressão, outro para fibromialgia – dor generalizada no corpo – e mais um para ralear o sangue. Ah, ela pede licença por instantes para consultar o caderno onde estão as receitas, para ver os remédios seguintes. Para não esquecer nenhum, ela anota tudo. À tarde, tem mais um para o coração. Depois do jantar, outro para diabetes e, à noite, um ansiolítico para dormir. É um ritual diário, remédios para vários tipos de doenças crônicas receitados por diversos médicos, de especialidades diferentes. Qual é o remédio que não pode faltar de jeito nenhum? O de depressão, pois a falta dele faz com que suba pelas paredes. Fica desesperada. Ela não bebe, mas não consegue abandonar o vício de fumar.

Leia também: Mulheres criam um novo padrão de beleza depois dos 50 anos

    A segunda mulher nem precisa consultar a receita, sabe tudo de cor. Há anos está medicada: de manhã, são dois para pressão, um para diabetes e uma aplicação de insulina na barriga. Ainda tem o do coração e cálcio contra osteoporose. À tarde, cápsulas para diabetes, mais dois contra o colesterol e pressão alta. Às 10 da noite, outra aplicação de insulina, antidepressivo e ansiolítico para dormir. “É um para acordar, outro para dormir”, brinca essa irmã que parou de tomar medicamentos para a artrose dos pés e das mãos porque as contra-indicações somadas de todos os remédios estavam provocando problemas intestinais. O médico recomendou uma parada. Ela não bebe nem fuma.

    A terceira começou com dois medicamentos para a pressão alta, um antidepressivo e uma daquelas bombinhas para a falta de ar que vem se tornando crônica por causa do vício de fumar. Parte da geração baby boom, essa última já tentou acupuntura para artrose, alimentação natural, vegetariana, homeopatia, é adepta de uma vida mais alternativa, própria de sua geração. Já fez massagens, alinhamento dos chacras, semanas de desintoxicação, mas não consegue parar de fumar. Toma vinho sempre. Hoje, a caixa de remédios cresceu, pois não parou de fumar e sofre as consequências.

    O que as três têm em comum, além de pertencerem à mesma família biológica? Não abrem mão do antidepressivo, a pílula da felicidade mais consumida no Brasil, por nove entre dez mulheres brasileiras. E, aí, vocês conseguiriam dizer a idade de cada uma por suas caixas de remédios?  Pelo número de medicamentos tomados religiosamente, num ritual sagrado, vocês vão perceber que à medida que envelhecem a caixa e as doses aumentam gradativamente. É preciso revelar que a primeira mulher tem 80 anos, a segunda 76 e a última, 66.

Leia também: No Japão, governo incentiva pessoas com mais de 70 a trabalhar

    Vivendo em grandes cidades, essas três mulheres chegaram à velhice cuidando da saúde por meio de remédios e bulas. É claro que a longevidade veio com a evolução da medicina e da ciência. Os exames de diagnóstico estão aí, tem medicamento hoje para qualquer tipo de doença, vacinas, suplementos vitamínicos, cirurgias que tentam consertar os estragos do tempo, plástica para o rosto, para o corpo, corretivos, cosméticos, cremes para rugas, para flacidez, mas há também desprazer,  falta de alegria,  bom humor,  energia, uma espécie de vazio nesse entardecer da vida, uma solidão difícil de curar. Só exorcizados com a caixinha mágica de remédios.

    É preciso abrir parênteses: Considerada uma epidemia silenciosa, mas mortal, a solidão tem impacto devastador na saúde Pior do que a obesidade e tão ruim quanto fumar 15 cigarros por dia, a solidão está encurtando vidas. É atualmente o novo cigarro que causa estragos irreparáveis. Na Grã-Bretanha, essa é a realidade de cerca de 1,2 milhão de solitários, que têm 50% mais chances de morrer prematuramente do que os demais indivíduos que mantêm uma rede de relacionamentos. Tanto que em Londres foi preciso criar o Ministério da Solidão, pois as pesquisas indicaram que 52% das pessoas solitárias gostariam de ter uma companhia; 51% sentiam falta de rir com alguém; e 46% se ressentiam de não receber sequer um abraço.

    Em uma sociedade como a do Japão, que registra o envelhecimento mais rápido do planeta, os solitários chegam a roubar nos supermercados para que sejam levados para a prisão. Lá, pelo menos, têm companhia e comida. Do contrário morrem sozinhos em apartamentos minúsculos e os corpos são encontrados meses ou anos depois. Parênteses fechado.

Leia também: Pessoas que já passaram dos 60, mas se sentem bem mais jovens

A quarta é uma amiga da irmã mais nova que resolveu o problema de outro jeito. Depois de se aposentar por uma universidade federal aos 61 anos, alugou o apartamento em que morava na metrópole e comprou um sítio no interior de Minas. Anda todos os dias de manhã, come pouco, mas bem. Somente alimentos saudáveis que incluem legumes, verduras, frutas e trabalho manual no jardim e na horta. Ela mesma levantou algumas paredes da casa nova do sítio, fabricou a própria tinta com barro e cola branca e está amando o brotar de uma nova vida. Exterminou com o estresse e soube que não precisava mais tomar remédios contra a pressão alta. Foi dispensada pelo médico do posto de saúde local. Está cada mais bonita e no esplendor dos seus 65 anos. Essa pesquisadora, que defende o parto natural é feminista, contestadora e diz que está muito bem, sem nenhum problema de saúde ou remédio. Não precisa mais.

    E a quinta mora em uma das cidades mais exuberantes e agitadas deste País, mas nunca tomou remédio nenhum aos 68 anos. Não tem doença crônica, mas também pudera. Acorda cedinho, antes do raiar do dia, toma um café da manhã caprichado, caminha olhando para o mar, prepara a própria comida, não bebe nem fuma e adora cinema, teatro, viagens e é rodeada por muitos amigos. Ela não abre mão da amizade e de uma família grande, fraterna e acolhedora. Para dizer também que ela gosta da erva, a tal da cannabis, hoje recomendada para quem está envelhecendo. Já se fala até que previne a Doença de Alzheimer. Já se sabe que tira as dores e os sintomas da esclerose múltipla. Do autismo, da epilepsia e tantas outras.   Pena que aqui ainda é considerada ilegal, apesar de muitos países que já optaram pela descriminalização.

    Será que essas duas últimas vão ter uma velhice melhor e mais saudável do que as outras três que tomam remédios para todas as dores do corpo e da alma? Ninguém sabe, pois cada uma tem a própria história e herança genética. Cada uma com suas angústias e escolhas.  Afinal, o que não pode faltar nessa receita sem contra-indicações é o cuidado consigo mesmo e com o outro, o prazer de viver, de correr atrás dos sonhos, porque eles nunca envelhecem!

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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