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O drama de envelhecer gordo(a) no Brasil

08/08/2022
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Uma parcela significativa da população idosa brasileira está nessa condição de sobrepeso e sofre com o preconceito, a gordofobia. Foto: Internet

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Neste artigo, Alexandre da Silva, colunista do Uol, dá uma visão da vida dura que levam os obesos, do sofrimento que carregam, sobretudo se já envelheceram. Eu tenho 70 anos e sou magra. Mas não passa despercebido para mim o preconceito que se manifesta contra as pessoas que estão acima do peso. É como se estivessem fora de uma forma, dentro do qual todo mundo deveria caber. O mundo criou um modelo de pessoa. E esse modelo é magro. “Ser uma pessoa obesa ou gorda deveria ter, socialmente, a mesma implicação que ser uma pessoa magra,” diz o autor. Mas não é.

Leia:

Uma idosa com obesidade precisa entrar no ônibus para chegar até a casa da sua filha para ficar com seu neto. Um senhor idoso gordo resolve se matricular em uma academia frequentada, predominantemente, por jovens.

Um casal de pessoas idosas obesas vai ao shopping comprar tênis de corrida e roupas de treino para a retomada de suas de atividades físicas. Tudo isso era para ser normal, do cotidiano. No entanto, nessas situações pairam possibilidades de discriminação e olhares querendo mostrar que tais lugares não são para essas pessoas.

Não é de hoje que há pessoas com obesidade no mundo. Da criança à idosa, se não é obesa, conhece muitas pessoas que possuem um corpo que foge da estética pregada há mais de um século.

Talvez o que seja mais emblemático para os dias de hoje é a presença cada vez maior de pessoas idosas, já que esse é o segmento populacional que mais cresce no Brasil e em diversos outros países. Ao mesmo tempo, é perceptível o aumento de pessoas obesas ou em sobrepeso, seja também no Brasil ou em outros países.

Ser uma pessoa obesa ou gorda deveria ter, socialmente, a mesma implicação que ser uma pessoa magra. O sobrepeso e a obesidade podem ser atribuídos às condições de vida que são ofertadas a grande parte das pessoas, idosas ou não, e que não possibilitam as facilidades para a prática dos bons hábitos salutares, destacando aqui a atividade física e a boa alimentação.

Bairros sem quadras poliesportivas, sem pistas de corrida, sem áreas verdes, sem parques e sem feiras livres aumentam as possibilidades do surgimento dessas condições.

Não se trata também de pensar que todo mundo que está com sobrepeso ou com obesidade está porque passa por alguma situação de adoecimento. Há corpos que sempre foram grandes e, quando se olha na história familiar, isso é constatado.

Além disso, nas medidas de saúde e doença que utilizamos, há pessoas magras que podem estar clinicamente piores que muitas pessoas com sobrepeso ou obesidade.

Por outro lado, não se pode negar que a obesidade é uma condição patológica capaz de gerar problemas de saúde em diversos órgãos e articulações, além de proporcionar convivências desagradáveis, como dificuldades de acessibilidade em espaços públicos.

No mundo atual, que cá para nós está bem confuso em diversos aspectos, recomenda-se, prega-se, valoriza-se, enaltece-se quem é uma pessoa magra. De uma forma ou de outra, a pessoa magra ainda faz parte do ideal de muita gente.

Está na moda, nos assentos públicos dos transportes coletivos e bancos dos pontos de ônibus, na dimensão usada para a construção de móveis e imóveis, no que se aprende desde a infância, no que se busca mostrar na hora do casamento e no que se espera até na hora de comprar um caixão.

E assim se cria um culto à magreza e um ódio e não lugar para quem não é. Quando essa pessoa que está com sobrepeso ou obesa é também uma pessoa velha, ou seja, um corpo envelhecido e não magro, a situação complica ainda mais.

Uma parcela significativa da população idosa brasileira está nessa condição de sobrepeso. E aí começa uma particularidade ao se abordar a obesidade na velhice: há diversas formas reconhecidas por entidades da gerontologia ou de áreas correlatas que não chegaram a um consenso para definir quando que uma pessoa idosa tem ou não obesidade.

Costuma-se definir que idosas e idosos podem ter sobrepeso e isso já é suficiente para que algumas recomendações clínicas sejam tomadas. Segundo o Ministério da Saúde e a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), é considerado “excesso de peso” —classificação que pode gerar diversas interpretações— quando o índice de massa corporal (IMC) fica igual ou maior que 27kg/m2 ou maior ou igual a 28kg/m2, respectivamente.

Já para considerar uma pessoa idosa com obesidade, o índice precisa ser igual ou superior a 30kg/m2. Outros pesquisadores citam o percentual de gordura corporal maior que 27% para homens e maior que 38% para mulheres.

Há muitos assuntos relacionados à obesidade na velhice, como a possibilidade de que pessoas idosas obesas estejam sem a força muscular compatível para a sua idade e sexo, o que se denomina de obesidade sarcopênica que, em algumas condições, pode até aumentar o risco de mortalidade.

Ainda não há um consenso de que a perda intencional de peso na velhice possa repercutir no aumento da expectativa de vida. E quanto a ocorrência de quedas, pessoas idosas obesas têm um risco menor de fraturas de quadril em razão da proteção que o tecido adiposo causa nessa região.

No corpo de quem envelhece e, principalmente, de quem está com seus 60 e mais alguns anos, são diversas as alterações fisiológicas e dos tecidos que, além de dificultarem o ganho da massa magra (músculos) que era tão rápido na fase da juventude, agora fica mais difícil de perder e mais fácil para “acumular” o tecido adiposo que, juntamente com outras mudanças, como aquelas que ocorrem com o colágeno, geram mais possibilidades para a flacidez e outras marcas corporais que só quem está envelhecendo identifica nos seus corpos.

E era para estar tudo bem, já que as mudanças corporais irão ocorrer, mais cedo ou mais tarde. Essencial é não perder a saúde e que esta jamais poderá ser traduzida como corpos magros, apenas. Há de se considerar a saúde mental, a boa condição da nossa musculatura e a mobilidade, por exemplo.

O quanto que pessoas que apresentam corpos não magros procuraram mudar esse padrão físico e não foram felizes? Quantas não desenvolveram plenamente sua autoestima, seu amor-próprio, sua sexualidade e a liberdade do movimento de seus corpos? Será que a sociedade não tem sua parcela de culpa na insatisfação com a vida que muitas pessoas obesas, e agora envelhecidas, possuem?

Filhos, filhas, irmãs, primos, companheiros e amigas irão se lembrar dos motivos pelos quais aquela pessoa engordou por muitos anos consecutivos? Foi uma depressão não detectada? Foi a rotina de cuidar de seus filhos, quase que sozinha?

Foi a necessidade em morar no bairro mais periférico e distante, por quase 20 anos, para conseguir juntar o dinheiro para a compra da primeira casa própria da família cujo terreno agora residem as famílias de suas filhas?

A obesidade de velhos e velhas pode ter sido a baixa qualidade alimentar que precisaram ter para não deixar que netas e netos já nascessem no mundo da fome ou foi a omissão do Estado em não oferecer educação para que aprendessem a ler e saber melhor o que comprar para por na geladeira ou sobre a mesa.

Dessa forma, velhofobia e gordofobia coexistem cada vez mais na nossa sociedade. Velhos, gordos, velhas, gordas são termos ainda carregados de estereótipos negativos que afetam diversos grupos sociais nos quais pessoas com essas características estejam.

Pessoas idosas obesas sofrem por todo esse cenário atual e pela condição que possuem para seus cuidados, suas vontades e seu direito de viver o mundo da forma que deseja.

A desigualdade social, as dificuldades financeiras, o trabalho pesado que realizaram por anos, a dificuldade para entrar e permanecer nos espaços de aprendizagem ajudam a explicar aqueles corpos não magros que agora apresentam dificuldades para a locomoção e sofrem com os olhares atravessados e discriminatórios de muita gente.

Nossa sociedade precisa, urgentemente, se acostumar com a presença de corpos não magros e envelhecidos, seja para o uso de uma roupa, a ousadia na aquisição de uma peça íntima, na ioga, na academia, no samba, na valsa, no balé, enfim, em qualquer lugar!

Para situações onde se comprovou a discriminação causada pela gordofobia, já se nota o pagamento de indenizações. Mas isso não é o suficiente!

Ações e políticas públicas precisam ser criadas para atender as demandas desse grupo que também tem pessoas idosas, como acessibilidades em todos os espaços públicos, o acesso à aprendizagem ao longo da vida, preparo para o mercado de trabalho e visibilidade, por incrível que pareça!

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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