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Aos 82 anos, morre no Rio de Janeiro a atriz Tereza Rachel

Por Maya Santana

A atriz e produtora estava internada desde dezembro do ano passado

A atriz e produtora estava internada desde dezembro do ano passado

“É uma perda para o teatro que não tem como ser reparada”. Foi assim que a atriz Rosamaria Murtinho reagiu ao saber da morte de Tereza Rachel, a grande atriz, intérprete e produtora que o Brasil perdeu no fim de semana. Ela tinha 82 anos e estava internada desde dezembro, com problemas no intestino. Seu último papel na televisão foi na novela Babilônia, que a TV Globo mostrou no ano passado.

Relembre a vida e o trabalho de Tereza Rachel neste artigo do portal G1:

Morreu no último sábado (2) a atriz Tereza Rachel. Ela estava internada no centro de tratamento intensivo em decorrência de complicações de um quadro agudo de obstrução intestinal. Nascida Terezinha Malka Brandwin Taiba de la Sierra, ela estava com 82 anos e permanecia internada desde o dia 30 de dezembro no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Natural de Nilópolis, na Baixada Fluminense, a atriz começou a carreira em 1955, atuando no teatro, sendo dirigida por Henriette Morineau em ‘Os Elegantes’, de Aurimar Rocha. No ano seguinte recebeu o prêmio de atriz revelação da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT, por sua atuação em ‘Prima Donna’.

Na televisão, interpretou personagens que são lembrados pelo público, como a Lupe, de “O rebu” (1974), a Débora, da novela “O grito” (1975), a Clô Hayalla, da novela “O astro” (1978), a Martha Gama, de “Baila comigo” (1981), a Aurora, da novela “Paraíso” (1982), a Renata Dumont de “Louco amor” (1983), e a Rainha Valentine de “Que rei sou eu?” (1989).

Em 1995, interpretou Francesca Ferreto na novela “A próxima vítima”, e também se destacou como a vilã Dona Bertha, da novela “Era uma vez” (1998). O último papel de Tereza Rachel na TV Globo foi na novela “Babilônia” (2015).

Atriz, produtora e intérprete inquieta, ela fundou nos anos 70 o Teatro Tereza Raquel, em Copacabana, onde produziu peças inéditas e trouxe diretores europeus ligados à vanguarda, fazendo de sua casa de espetáculos um dos polos de destaque do teatro carioca. Tombado em 2004, o teatro foi reestruturado em 2012, após ser arrendado pelo produtor cultural Frederico Reder. Clique aqui para ler mais.

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