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08/08/2022
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Às vésperas de completar 80 anos, a pesquisadora Heloisa Buarque de Hollanda lança dois livros para ajudar a nova geração a conhecer a história do feminismo brasileiro e internacional – Foto: Wilton Junior/Estadão

Maya Santana, 50emais

Um primeiro esclarecimento: Heloisa Buarque de Hollanda, pesquisadora, escritora e ensaísta, não possui qualquer parentesco com Chico Buarque de Hollanda. O sobrenome famoso veio do casamento com um primo do cantor, compositor e escritor. Heloisa e uma estudiosa e ativa participante do movimento feminista desde seus primórdios. E aí, vem outro esclarecimento: feminista não é alguém que xinga, bate ou quer mal aos homens. É simplesmente alguém que luta pelos direitos das mulheres. Alguém que luta para que os direitos das mulheres sejam respeitados. Feminismo não é um palavrão, como quiseram fazer crer. Dito isso, a boa notícia é que, para quem se interessa, Heloísa está lançando dois livros para ajudar as gerações mais novas a conhecer a história do feminismo, no mundo e no Brasil. Quando se trata de feminismo, Heloísa Buarque de Hollanda é uma referência no Brasil.

Leia a entrevista que ela concedeu a Maria Fernanda Rodrigues, publicada em O Estado de S. Paulo:

Uma festa para as velhinhas. Assim Heloisa Buarque de Hollanda define esse momento de redescoberta do feminismo. “Todo mundo achou que ia acabar quando a gente morresse, e então tivemos esse susto fantástico, que é toda uma geração botando para quebrar”, diz a pesquisadora que vem dedicando sua vida aos estudos culturais, durante entrevista ao Estado, em sua casa no Rio.

Ela se refere primeiro ao apagão que o ativismo sofreu dos anos 1990 aos 2000, com as principais demandas atendidas e as ativistas não mais na luta, mas nos lugares de ação. E depois, a essa nova geração que vem se descobrindo feminista desde 2013, quando o brasileiro foi às ruas protestar por causas diversas.

Às vésperas de completar 80 anos e à frente de cursos e laboratórios na UFRJ, ela percebeu, também durante a elaboração de Explosão Feminista, publicado no fim do ano, que as novas ativistas “sabem o que querem, vão à luta, têm elementos e hormônios, mas têm carência de repertório”. Por isso quis organizar um livro que funcionasse como uma espécie de curso, que sugerisse um percurso de leitura – e acabou fazendo dois, que chegam às livrarias pela Bazar do Tempo nos próximos dias, com eventos de lançamento em São Paulo, no Rio e em Porto Alegre previstos para maio.

Pensamento Feminista – Conceitos Fundamentais reúne textos de 13 autoras, entre as quais Judith Butler, Audre Lorde, Donna Haraway, Nancy Fraser, Lélia Gonzales, Sueli Carneiro e Paul B. Preciado. Heloisa conta que optou por deixar de fora “as antigas” (Virginia Woolf, Simone de Beauvoir, Betty Friedan, etc.) por considerar que seus trabalhos estão à mão.

E de fato estão – em produções acadêmicas ou nas prateleiras das livrarias, fruto de um movimento editorial que vem resgatando obras importantes, como a autobiografia de Angela Davis, de 1974, que a Boitempo lança agora, ou o box O Segundo Sexo, de Beauvoir, de 1949, que acaba de sair pela Nova Fronteira. Sem contar os inúmeros títulos juvenis na linha do best-seller Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes, com biografias de mulheres que fizeram história.

Em Pensamento Feminista, Heloisa refaz o caminho do conceito de gênero, a questão que mobiliza o debate hoje. Ela incluiu na obra apenas dois textos de brasileiras – de Sueli Carneiro e Lélia Gonzalez, sobre feminismo negro –, e explica sua decisão de não fazer apenas um volume, com autoras daqui e de fora, sua ideia inicial. “São duas histórias diferentes. Se mistura, dá prejuízo para nós. O nosso, escrito por quem estava lutando também contra a ditadura, vai ficar chato e o da que queima sutiã vai ficar engraçadíssimo. A nossa luta é de sobrevivência: é creche, é saúde, é o fim da violência. Nossa pauta desses anos tem sido pelos direitos fundamentais, e isso é muito bonito e foi feito com muita competência.”

Em Pensamento Feminista Brasileiro – Formação e Contexto, lemos ensaios e palestras também de Sueli e de Lélia, e ainda de Heleieth Saffioti, Maria Betânia Ávila, Jacqueline Pitanguy, Branca Moreira Alves, Constância Lima Duarte e muitas outras que ajudaram a construir essa história – antes e junto com Heloisa.

Heloisa Buarque de Hollanda se descobriu feminista fora do Brasil, durante um pós-doutorado em Nova York, no início da década de 1980 – alguns anos depois de ter publicado, em plena ditadura militar, a lendária antologia 26 Poetas Hoje, reunindo o melhor da poesia marginal e apontando nomes que se destacariam na literatura brasileira.

“Era o momento da ebulição total dos estudos feministas. Era a terceira onda: o direito de interpretar. Comecei a estudar loucamente e nunca mais parei”, conta ela, que, nos anos 1970, foi militante do CPP (Centro de Cultura Popular), foi para as ruas e lutava por várias causas, incluindo a racial, mas não se identificava com a luta das mulheres.

Os anos se passaram, Heloisa se tornou uma importante voz nos estudos feministas, as mulheres conquistaram espaço e direitos fundamentais, e de repente tudo volta – resultado dessa luta das que vieram antes sim, mas, acredita Heloisa, mais por uma autodescoberta. “Esse novo feminismo é experimentado por uma descoberta na internet, por uma indignação que pegou essa geração. As meninas não veem como resultado de uma luta anterior, por isso fiz o Pensamento Feminista Brasileiro.”

As causas são basicamente as mesmas: violência, direitos iguais, autonomia, aborto. O barulho é outro. No passado não muito distante, a militância era cara a cara. “A internet mudou o registro de qualquer luta política. Nós falávamos da violência abstratamente: ‘X mulheres foram mortas pelo marido’. Hoje, a menina fala: ‘Eu fui estuprada’. Quem falava antes não estava sofrendo aquilo. Hoje, é testemunho, é primeira pessoa. E a internet é uma coisa muito amigável. É você, mas é você dentro de uma comunidade, com todas as outras”, diz.

Heloisa acredita que essa geração está se saindo melhor do que a sua. “Elas estão sabendo explicar. A gente não soube.” E, assim, ela acredita, o feminismo volta a incomodar – especialmente, explica, porque agora o corpo aparece. “O corpo é, claramente, uma plataforma com uma visibilidade absurda. Aquele mesmo corpo reprimido lá nos anos 1960 apareceu.”

Quanto ao risco de ver direitos conquistados pelas gerações anteriores se perderem, ela pondera. “Vejo sim, mas quando olho para os números, para o vigor da luta, sinto que não volta atrás. Não dá para reprimir tanta gente.” Mas há medo, ela reconhece. “Dos dois lados, mas principalmente de quem ataca. Medo dos conservadores de ver esse mundo porque o feminismo é luta por direitos iguais, e, até aí, tudo certo. Mas a luta por direitos iguais mexe na religião, na economia, na família, e a roda desmonta.”

Heloisa Buarque de Hollanda (ela não é parente do Chico, mas foi casada com o primo dele) presenciou essa luta toda, todas as transformações das últimas décadas e o que ela chama de virada comportamental. “Eu vi os Beatles aparecendo, estudava em Harvard quando Kennedy morreu, acompanhei a Guerra do Vietnã. Foi tudo muito intenso, e ainda vieram os 1970, os 1980. Minha geração foi muito privilegiada e chego até aqui para ver essas meninas fazendo o que sonhei… Esses 80 anos foram um privilégio. Não sei se os próximos anos serão tão bons. Ainda não falta água nem luz, mas as tragédias estão apenas começando.”

A pesquisadora não desanima – nem mesmo por causa do processo movido por Eloisa Samy, que alega que não sabia que um artigo que escreveu sobre feminismo radical, polêmico, seria incluído em Explosão Feminista. Heloisa disse que fez uma primeira entrevista com Eloisa e então encomendou o artigo. A Companhia das Letras, que também está sendo processada, diz que ela sabia sim que o texto seria publicado e recebeu por isso. Enquanto a coisa desenrola, Heloisa trabalha na criação de uma biblioteca virtual com a Fiocruz, que vai reunir toda a produção acadêmica de mulheres, e diz que está focada em epistemologia e em “começar a desmontar os formatos e rituais do pensamento”. Há outro livro teórico em construção coletiva, com Jacqueline Pitanguy e Branca Moreira Alves. Ele vai contar a história da pré-Explosão Feminista, abarcando o movimento entre os anos 1960 e 1990, e sua parte será sobre o impacto do feminismo na produção cultural.

E volta às origens, ao seu trabalho com literatura, e lança, também pela Companhia das Letras, em 2020, uma nova versão de sua antologia que fez história. Agora, com a significativa inclusão do artigo feminino plural no título – As 26 Poetas Hoje –, reunindo o que Heloisa acredita ser o melhor da produção brasileira, incluindo as slammers, por quem está encantada.

Autoras contemporâneas. Para quem se identifica com as questões, mas não quer ler os estudos, Heloisa Buarque de Hollanda sugere algumas autoras brasileiras contemporâneas: Cidinha Silva, Adelaide Ivánova, Juliana Leite, Luisa Geisler, Cristina Judar, Jarid Arraes, Carol Bensimon, Bruna Mitrano, Maria Isabel Iorio, Catarina Lins e todas as slammers.

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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